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USP comprova inibição de 99% do novo coronavírus em máscara

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Máscaras podem ser equipadas com dois tipos de filtros (SMS e PFF2)
Elka/Divulgação

Máscaras podem ser equipadas com dois tipos de filtros (SMS e PFF2).

Testes realizados no laboratório do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), no fim de agosto, confirmaram que a máscara facial da Elka, que promete inibir mais de 99% do novo coronavírus (Sars-CoV-2) , realmente é eficaz.

O produto foi batizado como Oto Mask e apresentado logo que a pandemia ganhou corpo. Ele é composto de elastômero termoplástico com aplicação do antimicrobiano NanoxClea.

A máscara possui dois filtros com capacidade de reter poeira, aerossóis e agentes biológicos . Fabricados pela Fitesa, os filtros se adaptam a rotina do consumidor, os do tipo SMS são recomendados para uso em idas a supermercados, farmácias e para trabalhadores do comércio e escritórios. Já os PFF2 (ou N95) se destinam a profissionais da saúde ou àqueles que exercem atividades industriais que exijam proteção máxima.

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O produto conta ainda com um reforço em sílica, que possui capacidade antimicrobiana . Além de tudo, a máscara é impermeável e pode ser esterilizada e reutilizada , basta uma lavagem simples, com água e sabão.

Parcerias de fabricação

Mulher utilizando Oto Mask da Elka enquanto faz compras no supermercado.
Elka/Divulgação

Oto Mask da Elka

A Elka contou com a parceria da Nanox, empresa derivada do laboratório de inovação e pesquisa em materiais da Universidade de São Carlos (UFSCar) para desenvolver a Oto Mask. Outra importante colaboração vem desde 2011, do IEC Partners.

“O antimicrobiano à base de prata NanoxClean, que faz parte da composição da Oto Mask, atua desativando a estrutura e o metabolismo da membrana lipoproteica do agente viral e impede sua replicação e ação no nosso organismo”, explica Daniel Minozzi, diretor de Operações da Nanox.

Onde encontrar

A Oto Mask já está disponível em drogarias e demais estabelecimentos. No site da Elka ela é comercializada por R$39,99 a unidade , com o valor dos pacotes com 20 refis variando entre R$ 14,99 (SMS) e R$ 19,99 (PFF2).

Fonte: IG SAÚDE

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1 milhão de mortos por covid-19: coronavírus segue se espalhando sem sinais de parar

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BBC News Brasil

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Reprodução: BBC News Brasil

Hospital de clinicas de SP
Reuters
Casos e mortes seguem em alta no mundo, e ainda não perspectiva certa sobre vacina contra covid-19

O mundo atingiu nesta segunda-feira (28/9) a impressionante marca de 1 milhão de mortos por covid-19 — uma doença que foi detectada pela primeira vez oficialmente no final do ano passado na China e que atingiu o status de pandemia global em março deste ano.

O dado é baseado em estatísticas reunidas pela universidade americana Johns Hopkins , que registrava precisamente 1.000.555 óbitos até as 21h47 de segunda-feira em Brasília. Mas a maioria das autoridades acredita que os números reais de casos e de mortes por coronavírus são muito maiores — e que a marca de 1 milhão de mortos já foi superada há várias semanas.

Desde o começo da doença, 33 milhões de casos de coronavírus foram registrados oficialmente no mundo — o que inclui pessoas atualmente doentes, pessoas que morreram e aqueles que se recuperaram.

Apesar de existir em alguns lugares uma sensação de que a pandemia está de alguma forma sob controle — com o fim da quarentena em diversos países e a retomada de grande parte das atividades econômicas — as estatísticas mostram que o coronavírus continua tão contagioso e tão letal como estava no começo da pandemia.

Primeira onda ainda

Em alguns países e cidades, fala-se em “segunda onda”, com os números voltando a subir em agosto e setembro, depois de uma queda nos meses anteriores.

Mas do ponto de vista global, o mundo ainda vive a primeira onda da doença.

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No último dia 24 de setembro, o mundo registrou 360 mil casos novos de coronavírus em um só dia, de acordo com dados da Johns Hopkins. Foi o recorde diário nas estatísticas da universidade desde o começo da pandemia.

O número de casos diários de covid-19 no mundo todo é hoje mais que três vezes maior do que a média diária de abril, período em que o Brasil, Europa e Estados Unidos, entre outros lugares no mundo, começaram a enfrentar medidas duras de quarentena.

Ou seja: o planeta nunca conseguiu diminuir a média diária de casos novos de coronavírus — ou “baixar a curva”, como falam os especialistas —, e a pandemia segue em aceleração.

Já com as mortes, houve uma desaceleração nos meses de maio e junho. Mas a quantidade de pessoas morrendo por covid-19 está crescendo de novo no planeta.

Nos últimos 30 dias, em média, 5,3 mil pessoas morreram diariamente de covid-19 no mundo. Esse número é inferior à média diária de abril (6,3 mil) mas superior ao que era registrado em junho (4,4 mil casos por dia).

Brasil no ‘top 4’ duas vezes

A covid-19 está presente na maioria dos países do mundo, mas apenas quatro deles concentram mais de 50% do 1 milhão de mortes: Estados Unidos, Brasil, Índia e México.

O mesmo padrão acontece em relação ao número de casos: mais de 50% dos 33 milhões de casos de coronavírus registrados no mundo foram em apenas quatro países: Estados Unidos, Índia, Brasil e Rússia.

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No Brasil, houve desaceleração no número de casos e mortes por covid-19, que haviam atingido seu pico na última semana de julho. Ainda assim, o país segue em um platô alto, próximo aos mesmos níveis registrados em junho.

A covid-19 já matou mais gente no Brasil este ano (141 mil pessoas) do que homicídios e acidentes de trânsito somados (110 mil pessoas) mataram em 2017, último ano com registros atualizados.

O mundo segue sem vacina contra o vírus. Atualmente 11 experimentos estão na terceira fase de testes, em que a substância é testada com uma grande quantidade de pessoas.

China e a Rússia já aprovaram vacinas para o uso limitado nos seus países, sem esperar ainda o resultado dos exames da fase três — o que muitos especialistas dizem ser arriscado.


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Fonte: IG SAÚDE

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