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Secretaria de Saúde de SP diz que não considera reabrir hospitais de campanha

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Divulgação/Estado de São Paulo

Hospital de Campanha do Ibirapuera foi fechado em setembro de 2020

De acordo com o secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, o estado possui a segurança necessária para não considerar a reabertura dos hospitais de campanha no combate à pandemia da Covid-19.

A declaração foi feita após o questionamento da repórter do iG, Eduarda Esteves, sobre as medidas para conter uma eventual nova onda da doença. “80% dos leitos destinados à Covid-19 nos hospitais do estado ainda estão em atividade, o que nos dá a tranquilidade e segurança para não pensarmos na reabertura dos hospitais de campanha”, afirmou o secretário.

Na tarde desta quinta-feira (19), o governo de São Paulo assinou um decreto que impede a desmobilização de leitos de Unidades de Terapia Intensiva e em enfermarias destinados ao tratamento da Covid-19. O objetivo é garantir o suporte aos pacientes diante do aumento de casos e internações para tratar a doença.

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No início desta semana, a secretaria de saúde do estado confirmou o aumento de 18% no número de internações de pacientes para tratar a Covid-19. O índice, no momento em que São Paulo registrava constante queda nos números da pandemia, acendeu o alerta para a possibilidade de uma segunda onda da doença. 

Fonte: IG SAÚDE

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SAÚDE

Sinovac subornou autoridades para aprovar vacinas de 2002 a 2011, diz jornal

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A empresa também teria cometido irregularidades na aprovação de uma vacina de hepatite A
Foto: Reprodução/Facebook

A empresa também teria cometido irregularidades na aprovação de uma vacina de hepatite A

A empresa chinesa Sinovac, desenvolvedora da vacina para Covid-19 que será produzida no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, ligado ao governo estadual de São Paulo, envolveu-se em casos de suborno ao governo chinês. A informação foi revelada nesta sexta-feira (4) em reportagem do jornal americano Washington Post.

Segundo a publicação, que teve acesso a registros de tribunais chineses, o fundador e CEO da empresa, Yin Weidong, admitiu ter repassado mais de US$ 83 mil em propina para um funcionário da agência reguladora chinesa, Yin Hongzhang, e também para sua esposa, entre 2002 e 2011. O caso foi julgado em 2016.

Não há menção na reportagem a problemas ocorridos depois dessa data. Hongzhang foi condenado e preso em 2017, mas, devido a um acordo com a justiça chinesa, Weidong permaneceu em liberdade e continua comandando a companhia. O jornal afirma que o executivo cooperou com promotores e argumentou que o pedido de suborno partiu da autoridade governamental.

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O caso mais recente de corrupção mencionado na reportagem do Post envolveu o processo de aprovação da vacina da Sinovac para gripe H1N1. A empresa também teria cometido irregularidades na aprovação de uma vacina de hepatite A e numa outra vacina experimental para a SARS.

Em resposta ao jornal, a Sinovac reconheceu o ocorrido e afirmou ter conduzido auditorias internas e implementado um programa de combate à corrupção nos últimos anos.

O Post não fez qualquer menção a problemas ocorridos com a vacina de Covid-19 da empresa.

Fonte: IG SAÚDE

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