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Mundo ultrapassa marca de 17 milhões de casos de Covid-19

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Mundo chega a nova marca de número de casos da Covid-19


Último relatório da  Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado nesta sexta-feira (31), informou que o mundo ultrapassou a marca de 17 milhões de casos da Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus. O planeta bateu recorde diário de casos registrados nas últimas 24 horas: foram 292.527.


Com esse recorde, o total de casos passou a ser de 17.106.007, segundo a instituição. O número de mortes está atualmente em 668.910, sendo que 6.812 foram registradas no último dia.

Essas informações foram apuradas até às 5h, horário de Brasília, de hoje. A organização informa que a taxa de letalidade global do novo coronavírus é de 5,9%.

Tanto no ranking de novos óbitos da Covid-19 como de novos casos, o Brasil aparece em primeiro lugar. A OMS levou em conta os dados do último dia 29, em que o País contabilizou 1.595 novos óbitos e 69.074 casos.

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Seguem-se nas duas listas os EUA, com 1.414 novos óbitos e 65.406 novos casos; e a Índia, com 779 mortes e 55.078 casos.

A grande maioria dos casos da Covid-19 estão distribuídos pelas Américas. São 9.152.173 casos apenas neste continente, o que corresponde a 53,50% da totalidade. Em seguida vem a Europa (3.333.300 – 19,48%); Leste Mediterrâneo (1.533.357 – 8,96%); Continente Africano (770.421 – 4,50%); Sudeste Asiático (2.009.963 – 11,75%); Região do Oeste Pacífico (306.052 – 1,78%); e Outros (741 – 0,00%)

Fonte: IG SAÚDE

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Vacina pode ter registro aprovado em outubro, diz diretor do Instituto Butantan

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Vacina pode ter registro aprovado já em outubro, diz Dimas Covas
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Vacina pode ter registro aprovado já em outubro, diz Dimas Covas

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, disse hoje ser possível ter uma vacina contra a  Covid-19 registrada já em outubro. O Butantan participa de parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac e os testes da vacina no Brasil estão em estágio avançado.

Se a vacina for clinicamente bem-sucedida, o Butantan a submeterá para registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e, em caso de aprovação, o imunizante será distribuído ao SUS (Sistema Único de Saúde) por meio do governo federal.

“Poderemos ter (a vacina) a partir agora de outubro. O processo de preparo para a formulação e o envase já se iniciou. Todos os processos de controle de qualidade e validação já se iniciaram. Então, poderemos ter a vacina. A grande pergunta é se estará registrada e aprovada pelo estudo clínico e poderá ser utilizada. Sou muito otimista. Acho que um prazo razoável seria janeiro de 2021 dado o desempenho até o presente momento”, afirmou Covas.

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O diretor do Butantan também reiterou que não deve haver dúvida sobre a vacina só pelo fato de ter vindo da China.

“Não há motivo para ter essa questão de descaracterizar uma vacina pelo fato de ter sido desenvolvida inicialmente na China”, disse.

Covas ressaltou que a AstraZeneca tem um grande complexo industrial na China e o país asiático tem se destacado na produção de conhecimento científico há anos.

Na semana passada, Bolsonaro (sem partido) valorizou a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e fez pouco caso da vacina chinesa a seus apoiadores: “Não é daquele outro país, não. Tá ok, pessoal?”, declarou.

Fonte: IG SAÚDE

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