SAÚDE

Itamaraty lidera negociação para importar vacinas da Índia, diz Fiocruz

Publicados

em


source
Farmacêutico enche uma seringa para preparar uma dose da vacina Pfizer-BioNTech/Imagem ilustrativa
Patrick T. Fallon/Divulgação

Vacina de Oxford tem permissão para ser produzida pela Fiocruz

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) disse nesta segunda-feira (14) que o Ministério das Relações Exteriores lidera as negociações para a importação de doses prontas da vacina de Oxford produzidas na Índia.

Neste domingo (3), o chefe do Instituto Serum, fabricante contratado para produzir 1 bilhão de doses para países em desenvolvimento, disse que o governo indiano  não vai permitir a exportação do imunizante deste tipo produzido no país asiático.

Esse é o mesmo fabricante que a fundação anunciou ter fechado contrato para a aquisição de doses da vacina. Ainda não está claro como a decisão pode afetar as entregas.

As exportações serão barradas até que a população mais vulnerável da Índia seja imunizada, disse o presidente do Instituto Serum, Adar Poonawalla, em entrevista à agência de notícias Associated Press. Ele disse também que a empresa foi impedida de vender suas doses para organizações privadas.

Leia Também:  GOL se coloca à disposição para transporte gratuito de vacinas

“Só podemos dar [as vacinas] para o governo da Índia no momento”, disse Poonawalla.

Fonte: IG SAÚDE

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

SAÚDE

Fabricante da vacina de Oxford na Índia garante exportação do imunizante

Publicados

em


source
vacina
Reprodução: BBC News Brasil

Fabricante da vacina de Oxford na Índia garante exportação do imunizante

O CEO do Instituto Serum da Índia, Adar Poonawalla, negou, nesta terça-feira, que haja restrições do governo indiano à exportação de vacinas contra a Covid-19 produzidas pelo laboratório, como a fórmula desenvolvida pela farmacêutica britânica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford (Reino Unido).

No domingo, horas após o Brasil anunciar um acordo com a instituição para a compra de 2 milhões de doses prontas do imunizante, Poonawalla disse à Associated Press que a exportação seria vetada até que toda a população indiana vulnerável ao coronavírus fosse vacinada.

O recuo ocorreu em mensagem divulgada no Twitter pelo CEO, que também incluiu um comunicado conjunto entre o Serum e a Bharat Biotech, farmacêutica indiana responsável pelo desenvolvimento a vacina candidata Covaxin.

Sem mencionar as afirmações categóricas feitas à AP e à Reuters no domingo, Poonawalla disse que, para contornar “falhas de comunicação”, enfatiza que a exportação está liberada “para todos os países”.

Leia Também:  Água sanitária e álcool em excesso podem danificar impressões digitais? Entenda

No comunicado conjunto entre o Instituto Serum e a Bharat Biotech, assinado também pelo presidente da segunda companhia, Krishna Ella, os dois laboratórios enfatizam que “a principal tarefa diante deles é salvar vidas e os meios de subsistência de populações na Índia e em todo o mundo”.

A nota sublinha, ainda, que vacinas são “um bem de saúde pública global e têm o poder de salvar vidas e acelerar o retorno à normalidade econômica o mais rápido possível”.

No último domingo, Poonawalla afirmou que o governo da Índia teria vetado a exportação de doses. À Reuters, o executivo disse que o envio de vacinas prontas para o exterior só seria permitido após o fornecimento de 100 milhões de doses às autoridades indianas, a US$ 2,70 cada.

Fonte: IG SAÚDE

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA