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Israel autoriza uso da vacina da Moderna e compra 6 milhões de doses

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Israel autoriza uso da vacina da Moderna e compra 6 milhões de doses

Israel autorizou, nesta terça-feira (5), o uso da vacina desenvolvida pela farmacêutica norte-americana Moderna  contra a Covid-19. O governo israelense também comprou 6 milhões de doses da vacina e as primeiras entregas devem começar já neste mês.

A vacina da Moderna tem eficácia de 94,1%, apontou um estudo publicado no New England Journal of Medicine em 30 de dezembro.

Israel é o terceiro país a autorizar o uso do imunizante, após Estados Unidos e Canadá, e tem a maior taxa de vacinação contra a Covid-19 do mundo. O país já imunizou 14% de sua população, segundo dados da Universidade de Oxford.

Até domingo (3), mais de 1,2 milhão de israelenses já tinham sido vacinados. No mundo inteiro, 13 milhões de pessoas foram imunizadas até o momento.

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A vacinação no país começou em 19 de dezembro, com o imunizante desenvolvido pela Pfizer/BioNTech.

Fonte: IG SAÚDE

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Fabricante da vacina de Oxford na Índia garante exportação do imunizante

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Reprodução: BBC News Brasil

Fabricante da vacina de Oxford na Índia garante exportação do imunizante

O CEO do Instituto Serum da Índia, Adar Poonawalla, negou, nesta terça-feira, que haja restrições do governo indiano à exportação de vacinas contra a Covid-19 produzidas pelo laboratório, como a fórmula desenvolvida pela farmacêutica britânica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford (Reino Unido).

No domingo, horas após o Brasil anunciar um acordo com a instituição para a compra de 2 milhões de doses prontas do imunizante, Poonawalla disse à Associated Press que a exportação seria vetada até que toda a população indiana vulnerável ao coronavírus fosse vacinada.

O recuo ocorreu em mensagem divulgada no Twitter pelo CEO, que também incluiu um comunicado conjunto entre o Serum e a Bharat Biotech, farmacêutica indiana responsável pelo desenvolvimento a vacina candidata Covaxin.

Sem mencionar as afirmações categóricas feitas à AP e à Reuters no domingo, Poonawalla disse que, para contornar “falhas de comunicação”, enfatiza que a exportação está liberada “para todos os países”.

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No comunicado conjunto entre o Instituto Serum e a Bharat Biotech, assinado também pelo presidente da segunda companhia, Krishna Ella, os dois laboratórios enfatizam que “a principal tarefa diante deles é salvar vidas e os meios de subsistência de populações na Índia e em todo o mundo”.

A nota sublinha, ainda, que vacinas são “um bem de saúde pública global e têm o poder de salvar vidas e acelerar o retorno à normalidade econômica o mais rápido possível”.

No último domingo, Poonawalla afirmou que o governo da Índia teria vetado a exportação de doses. À Reuters, o executivo disse que o envio de vacinas prontas para o exterior só seria permitido após o fornecimento de 100 milhões de doses às autoridades indianas, a US$ 2,70 cada.

Fonte: IG SAÚDE

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