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Estados iniciam negociação independente com a Pfizer para compra de vacinas

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Estados iniciaram negociações com a Pfizer para a compra de vacinas, afirmou o presidente do Conass
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Estados iniciaram negociações com a Pfizer para a compra de vacinas, afirmou o presidente do Conass

Com a demora do Ministério da Saúde para determinar o início da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, alguns estados iniciaram negociações paralelas com a farmacêutica Pfizer para a compra de vacinas . As informações foram dadas por Carlos Lula, Secretário de Saúde do Maranhão e presidente do CONASS (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), à CBN.

“A Pfizer procurou estados e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, e a maioria dos estados demonstraram interesse. A gente sabe que o PNI (Plano Nacional de Imunização) é fundamental, queremos que o Ministério da Saúde coordene o processo, mas não vamos ficar de braços cruzados”, disse Carlos Lula.

O presidente do Conass disse que, por falta de entendimento entre as partes, a negociação do Ministério da Saúde com a Pfizer “vai fracassar”, e, por isso, a farmacêutica fez um aceno aos estados, que iniciaram negociações.

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Carlos Lula ainda criticou os entraves colocados pelo Ministério da Saúde devido a algumas cláusulas contratuais apresentadas pela Pfizer. “É muito preciosismo. A Pfizer colocou essa cláusula para todo o mundo, nos EUA, na Inglaterra, por que seria diferente no Brasil?”, questionou.

Segundo o secretário, o custo das vacinas ficariam com os estados, “a não ser que o ministério possa dar ajuda” financeira aos estados. 

Em atualização, aguarde novas informações

Fonte: IG SAÚDE

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Fabricante da vacina de Oxford na Índia garante exportação do imunizante

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Reprodução: BBC News Brasil

Fabricante da vacina de Oxford na Índia garante exportação do imunizante

O CEO do Instituto Serum da Índia, Adar Poonawalla, negou, nesta terça-feira, que haja restrições do governo indiano à exportação de vacinas contra a Covid-19 produzidas pelo laboratório, como a fórmula desenvolvida pela farmacêutica britânica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford (Reino Unido).

No domingo, horas após o Brasil anunciar um acordo com a instituição para a compra de 2 milhões de doses prontas do imunizante, Poonawalla disse à Associated Press que a exportação seria vetada até que toda a população indiana vulnerável ao coronavírus fosse vacinada.

O recuo ocorreu em mensagem divulgada no Twitter pelo CEO, que também incluiu um comunicado conjunto entre o Serum e a Bharat Biotech, farmacêutica indiana responsável pelo desenvolvimento a vacina candidata Covaxin.

Sem mencionar as afirmações categóricas feitas à AP e à Reuters no domingo, Poonawalla disse que, para contornar “falhas de comunicação”, enfatiza que a exportação está liberada “para todos os países”.

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No comunicado conjunto entre o Instituto Serum e a Bharat Biotech, assinado também pelo presidente da segunda companhia, Krishna Ella, os dois laboratórios enfatizam que “a principal tarefa diante deles é salvar vidas e os meios de subsistência de populações na Índia e em todo o mundo”.

A nota sublinha, ainda, que vacinas são “um bem de saúde pública global e têm o poder de salvar vidas e acelerar o retorno à normalidade econômica o mais rápido possível”.

No último domingo, Poonawalla afirmou que o governo da Índia teria vetado a exportação de doses. À Reuters, o executivo disse que o envio de vacinas prontas para o exterior só seria permitido após o fornecimento de 100 milhões de doses às autoridades indianas, a US$ 2,70 cada.

Fonte: IG SAÚDE

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