SAÚDE

CoronaVac: SP vai pedir aplicação emergencial à Anvisa na quinta-feira

Publicados

em


source
Membros do governo de São Paulo com a CoronaVac nas mãos
Foto: Governo de São Paulo

Segundo membros do governo de São Paulo, não há razão para aplicação emergencial da CoronaVac não ser aceita pela Anvisa

O governo de São Paulo pedirá à Anvisa a aplicação emergencial da CoronaVacvacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac Biotec — nesta  quinta-feira (7). O anúncio deve ser feito durante a coletiva de imprensa em que a gestão anunciará a reclassificação das cidades no Plano São Paulo.

Assim que o pedido for entregue à Anvisa, a agência reguladora terá 10 dias para aprovar ou não a vacinação. Segundo o portal Uol, um integrante do centro de contingêcia da Covid-19 em São Paulo garantiu que não há razão para a não aprovação do imunizante, “nem por pressão política”.

Segundo já afirmou o infectologista e secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn , a idéia é solicitar à agência tanto o uso emergencial quanto o definitivo.

Desde o dia 7 de dezembro, o governador João Doria afirma que o  início da aplicação da vacina ocorrerá no dia 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo.

Fonte: IG SAÚDE

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

SAÚDE

Fabricante da vacina de Oxford na Índia garante exportação do imunizante

Publicados

em


source
vacina
Reprodução: BBC News Brasil

Fabricante da vacina de Oxford na Índia garante exportação do imunizante

O CEO do Instituto Serum da Índia, Adar Poonawalla, negou, nesta terça-feira, que haja restrições do governo indiano à exportação de vacinas contra a Covid-19 produzidas pelo laboratório, como a fórmula desenvolvida pela farmacêutica britânica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford (Reino Unido).

No domingo, horas após o Brasil anunciar um acordo com a instituição para a compra de 2 milhões de doses prontas do imunizante, Poonawalla disse à Associated Press que a exportação seria vetada até que toda a população indiana vulnerável ao coronavírus fosse vacinada.

O recuo ocorreu em mensagem divulgada no Twitter pelo CEO, que também incluiu um comunicado conjunto entre o Serum e a Bharat Biotech, farmacêutica indiana responsável pelo desenvolvimento a vacina candidata Covaxin.

Sem mencionar as afirmações categóricas feitas à AP e à Reuters no domingo, Poonawalla disse que, para contornar “falhas de comunicação”, enfatiza que a exportação está liberada “para todos os países”.

Leia Também:  Crianças não estão previstas para vacinação da Covid, diz Ministério da Saúde

No comunicado conjunto entre o Instituto Serum e a Bharat Biotech, assinado também pelo presidente da segunda companhia, Krishna Ella, os dois laboratórios enfatizam que “a principal tarefa diante deles é salvar vidas e os meios de subsistência de populações na Índia e em todo o mundo”.

A nota sublinha, ainda, que vacinas são “um bem de saúde pública global e têm o poder de salvar vidas e acelerar o retorno à normalidade econômica o mais rápido possível”.

No último domingo, Poonawalla afirmou que o governo da Índia teria vetado a exportação de doses. À Reuters, o executivo disse que o envio de vacinas prontas para o exterior só seria permitido após o fornecimento de 100 milhões de doses às autoridades indianas, a US$ 2,70 cada.

Fonte: IG SAÚDE

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA