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Brasil registra mais de 35 mil casos de Covid-19 em 24h; média móvel segue alta

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Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 19 de novembro
Foto: Reprodução/Twitter

Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 19 de novembro

O Brasil registrou, nesta quinta-feira (19), 35.918 novos casos e 606 novas mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Até agora, foram confirmados 5.981.767 casos acumulados e 168.061 vidas perdidas desde o início da pandemia.

Já a média móvel de mortes, também verificada pelo boletim, foi de 547 e caiu um pouco em relação ao dia anterior. A média móvel de casos ficou em 18.912.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 41.074 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 21.806 mortes, seguido por Minas Gerais (9.648), Ceará (9.467), Pernambuco (8.890).

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Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (1.191.290), Minas Gerais (390.337), Bahia (380.294), Rio de Janeiro (334.514) e o Ceará (189.314).

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Mais de 55 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 1,3 milhão morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins. O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE

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SAÚDE

Rússia anuncia que Sputnik V tem eficácia maior que 95% após segunda dose

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De acordo com desenvolvedores, vacina oferece mais de 95% de eficácia

O Centro de Pesquisas Gamaleya, responsável pelo desenvolvimento da vacina russa Sputnik V, anunciou hoje que o imunizante pode superar a eficácia de 95% após aplicação da segunda dose. Ainda segundo o laboratório, os resultados foram obtidos 42 dias após a primeira dose e 21 dias depois da primeira.

Além do insituto, o ministerio da saúde russo e o fundo soberano do país também estão envolvidos no desenvolvimento da vacina, a principal aposta da Rússia contra a pandemia da Covid-19. Os dados, porém, não foram revisados por pares nem publicados por uma revista científica, o que agrava a crise de credibilidade do imunizante.

A primeira divulgação sobre a eficácia da Sputnik foi feita há duas semanas, quando o governo afirmou que a vacina seria 90% eficaz. oje, os desenvolvedores ofereceram detalhes mais precisos sobre o estudo e so resultados.

18.794 voluntários participaram da fase 3 dos estudos do imunizante, divididos em dois grupos: um que recebeu a vacina e outro, o grupo de controle, que recebeu uma dose placebo. Entre os vacinados, apenas 8 contraíram a doença. Já no grupo de controle, houve 31 infecções.

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Fonte: IG SAÚDE

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