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Brasil registra 497 mortes e 20,2 mil casos de Covid-19 por dia na última semana

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Reprodução/ O Dia

Veja os dados da pandemia da Covid-19 no Brasil neste sábado (17)


Brasil registrou 24 mil casos de Covid-19 neste sábado (17), segundo levantamento do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass). O número de contaminações chegou a 5.224.362, sendo que 24.062 foram registradas nas últimas 24 horas. A média móvel da semana foi de 20.246 casos por dia


Também no último dia, o País registrou mais 461 mortes causadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), fazendo o total subir para 153.675 óbitos. A média móvel da semana foi de 497 óbitos por dia.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

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O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 37.992 óbitos causados pela Covid-19 . O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 19.715 mortes, seguido por Ceará (9.207), Pernambuco (8.480) e Minas Gerais (8.405).

Os estados que registram maior número de casos são:  São Paulo (1.062.634), Bahia (334.697), Minas Gerais (333.998), Rio de Janeiro (289.569) e o Ceará (264.245).

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde . As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.



Fonte: IG SAÚDE

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SAÚDE

Sem apresentar dados, ministro diz que vermífugo ajuda no tratamento da Covid-19

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Marcos Pontes diz que medicamento é eficaz
Foto: Alan Santos/PR

Marcos Pontes diz que medicamento é eficaz

O ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, disse nesta segunda-feira (19) que o vermífugo nitazoxanida apresentou resultados positivos no tratamento precoce de pacientes com Covid-19 dentro de uma pesquisa coordenada pela pasta.

O anúncio do ministro ocorreu em uma cerimônia para anunciar a conclusão de um estudo de reposicionamento do  antiparasitário no tratamento da Covid-19.

Sem dar detalhes dos resultados ou apresentar a íntegra do estudo, o governo informou que os testes clínicos com voluntários já mostrou que o medicamento reduziu a carga viral quando foi tomado em até 3 dias depois do início dos sintomas.

Em outros países, a nitazoxanida já foi estudada e descartada. No Brasil, porém, o ministério manteve as pesquisas por quatro meses em 16 cidades brasileiras. O resultado final deve ser publicado em uma revista científica, segundo o governo.

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A nitazoxanida é um medicamento utilizado no país pelos nomes comerciais Azox e Annita e faz parte do grupo dos antiparasitários e vermífugos. Com a pandemia, a droga passou a ser vendida apenas com prescrição médica em abril deste ano. Entretanto, uma decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de 1º de setembro retirou a exigência de retenção da receita.

“Nós temos agora um medicamento comprovado cientificamente que é capaz de reduzir a carga viral. Com essa redução da carga viral, significa que reduz o contágio. As pessoas que tomam o medicamento assim que fazem o teste diagnóstico e descobrem que estão com covid, toma o medicamento nos primeiros dias, essa pessoa contamina menos outras pessoas. E mais, diminui a probabilidade de essa pessoa aumentar os sintomas, ir para o hospital e falecer”, afirmou Pontes.

Na bula, onitazoxanida é recomendado para o tratamento de gastroenterites virais causadas por rotavírus e norovírus, helmintíases, amebíase, gardíase, isosporíase, balantidíase, blastocistos, criptosporidíase e outras infecções por vermes.

Fonte: IG SAÚDE

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