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400 doses da Sputnik V são descartadas na Argentina por suspeita de sabotagem

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400 doses da Sputnik V são descartadas na Argentina por suspeita de sabotagem

400 doses da vacina Sputnik V contra a Covid-19 que foram adquiridas pela Argentina tiveram que ser descartadas após ficarem fora da refrigeração necessária. Existe uma suspeita de que a ação foi sabotagem. O caso ocorreu na cidade de Olavarría, a 350 km de Buenos Aires. As informações foram divulgadas pelas autoridades de saúde local nesta segunda-feira (4).

“Na madrugada desta segunda-feira foi registrada uma sabotagem no Hospital provincial de Oncologia Luciano Fortabat, da cidade de Olavarría, devido à perda da cadeia de frio de 400 doses da vacina Sputnik V por fatos de extrema gravidade”, destacou o ministério da Saúde da província de Buenos Aires.

E completaram: “Ficou em evidência uma série de fatos irregulares graves: foi cortada a transmissão da câmara de segurança que registra imagens do freezer às 02h50 da madrugada e a conexão não voltou. Também houve movimentos estranhos ao redor do hospital”, disse Ramiro Borzi, diretor da Região Sanitária IX, com jurisdição em Olavarría.

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A Argentina começou na última semana sua campanha de vacinação contra a Covid-19 com a aplicação da vacina Sputnik V, elaborada pelo Centro de Epidemiologia e Microbiologia Nikolai Gamaleya, da Rússia.

Em 24 de dezembro, chegaram ao país as primeiras 300 mil doses da vacina, autorizada “com caráter de emergência” pelo ministério da Saúde. O acordo com a Rússia prevê outras 19,7 milhões de doses entre janeiro e fevereiro. A Sputnik V prevê uma segunda dose, a ser aplicada 21 dias após a primeira.

A Argentina registra desde março passado mais de 1,6 milhão de contágios e superou as 43.600 mortes por Covid-19.

Fonte: IG SAÚDE

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Fabricante da vacina de Oxford na Índia garante exportação do imunizante

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Reprodução: BBC News Brasil

Fabricante da vacina de Oxford na Índia garante exportação do imunizante

O CEO do Instituto Serum da Índia, Adar Poonawalla, negou, nesta terça-feira, que haja restrições do governo indiano à exportação de vacinas contra a Covid-19 produzidas pelo laboratório, como a fórmula desenvolvida pela farmacêutica britânica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford (Reino Unido).

No domingo, horas após o Brasil anunciar um acordo com a instituição para a compra de 2 milhões de doses prontas do imunizante, Poonawalla disse à Associated Press que a exportação seria vetada até que toda a população indiana vulnerável ao coronavírus fosse vacinada.

O recuo ocorreu em mensagem divulgada no Twitter pelo CEO, que também incluiu um comunicado conjunto entre o Serum e a Bharat Biotech, farmacêutica indiana responsável pelo desenvolvimento a vacina candidata Covaxin.

Sem mencionar as afirmações categóricas feitas à AP e à Reuters no domingo, Poonawalla disse que, para contornar “falhas de comunicação”, enfatiza que a exportação está liberada “para todos os países”.

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No comunicado conjunto entre o Instituto Serum e a Bharat Biotech, assinado também pelo presidente da segunda companhia, Krishna Ella, os dois laboratórios enfatizam que “a principal tarefa diante deles é salvar vidas e os meios de subsistência de populações na Índia e em todo o mundo”.

A nota sublinha, ainda, que vacinas são “um bem de saúde pública global e têm o poder de salvar vidas e acelerar o retorno à normalidade econômica o mais rápido possível”.

No último domingo, Poonawalla afirmou que o governo da Índia teria vetado a exportação de doses. À Reuters, o executivo disse que o envio de vacinas prontas para o exterior só seria permitido após o fornecimento de 100 milhões de doses às autoridades indianas, a US$ 2,70 cada.

Fonte: IG SAÚDE

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