SÃO PAULO

Poupatempo funciona normalmente na semana de Carnaval

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O Governo de São Paulo suspendeu o feriado de Carnaval neste ano, com o objetivo de evitar aglomerações e diminuir o risco de contágio da Covid-19. Por isso, os postos do Poupatempo abrirão no horário habitual na próxima semana, entre os dias 15 e 20 de fevereiro, inclusive em cidades que decretaram ponto facultativo de Carnaval.

A exceção será somente para as regiões que estiverem na Fase Vermelha do Plano São Paulo. Sendo assim, os postos localizados em Araraquara, Avaré, Bauru, Botucatu, Franca, Jaú, Lençóis Paulista, Lins e São Carlos permanecem fechados.

Importante destacar que o atendimento presencial nas unidades do Poupatempo é realizado exclusivamente mediante agendamento, que pode ser feito pelo portal www.poupatempo.sp.gov.br ou no aplicativo Poupatempo Digital.

Além disso, para evitar aglomerações, os postos operam com capacidade reduzida, somente para serviços que necessitam da presença do cidadão para serem concluídos, como a primeira via do RG, transferência interestadual e mudança nas características de veículos.

Pelos canais digitais, o Poupatempo oferece mais de 120 serviços online, que podem ser realizados sem sair de casa, 24 horas por dia, sete dias por semana. Entre os serviços digitais mais solicitados estão renovação de CNH, pesquisa de pontuação, consulta de IPVA, Licenciamento de veículos, Atestado de Antecedentes Criminais, Carteira de Trabalho Digital, Seguro Desemprego, entre outros, tudo de forma prática e rápida, com a mesma qualidade e eficiência que são marcas do Poupatempo.

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Para acessar as unidades do programa, além do agendamento, é obrigatório o uso de máscara, medição de temperatura, higienização das mãos com álcool em gel, e dos calçados, em tapete sanitizante, todos disponibilizados na entrada de cada unidade. Para reforçar o distanciamento, peças de acrílico separam as mesas de atendimento, entre colaboradores e usuários, e há sinalização nos bancos e no chão, para marcação de espaço entre os cidadãos.

Para conferir os endereços e horários de funcionamento de cada posto, acesse o portal www.poupatempo.sp.gov.br ou baixe o aplicativo Poupatempo Digital.

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SÃO PAULO

HC inicia estudo para aplicação da vacina do Butantan em pacientes imunossuprimidos

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Apesar de sua principal função ser a imunização de toda a população brasileira, a vacina contra a Covid-19 também auxilia em estudos e projetos clínicos. Nesse sentido, o Hospital das Clínicas iniciou um estudo da aplicação da CoronaVac em pacientes imunossuprimidos. Quando relacionada à Covid-19, a imunossupressão faz com que os pacientes tenham maiores chances de desenvolver um caso mais grave, já que o organismo terá mais complicações no combate ao vírus.

“Este estudo vem de uma linha de pesquisa em que a gente avalia pacientes com doenças reumatológicas, pacientes estes que têm uma resposta diminuída à infecção. A defesa está comprometida, então a gente já avaliou para a vacina H1N1, para febre amarela e, agora, com a Covid, algo que pouco se conhece, estamos com o interesse ainda maior, considerando que os pacientes imunossuprimidos não foram considerados pacientes prioritários na vacinação”, explica Eloísa Bonfá, diretora clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP em entrevista ao Jornal da USP no Ar 1ª Edição.

Eloísa comenta que esse tipo de paciente tem a chance muito aumentada de morte por infecção, logo, deveria ser um grupo considerado como prioridade na hora de tomar a vacina. Com o grupo já recebendo a primeira dose da vacina, o próximo passo vai ser tomar a segunda dose em março e depois ter um acompanhamento para ver qual será a resposta após a vacinação. O objetivo, de acordo com a diretora, é descobrir se esses indivíduos conseguem produzir defesa de forma similar ou de forma reduzida quando comparado à população de controle, que não tem essas doenças.

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“O que esse trabalho pode mostrar? Que a resposta é muito diminuída e que talvez eles precisem de mais uma dose. Ela também vai nos ajudar na orientação ao paciente e quem sabe colocar esse grupo como grupo prioritário, já que ele tem uma maior chance de infecção e vai responder menos à vacina”, conclui a diretora.

O estudo conta com 1.525 pacientes imunossuprimidos, com 542 pessoas no grupo de controle. Entre os imunossuprimidos, a maioria dos paciente tem doenças reumatológicas, além de pacientes que convivem com a Aids.

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