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Força-tarefa prende cinco em ação contra narcomilícia em Jacarepaguá

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Força-tarefa prende cinco em ação contra narcomilícia em Jacarepaguá

20 de novembro de 2020

 

A força-tarefa criada pela Polícia Civil para combate a grupos paramilitares realizou uma operação em Jacarepaguá na noite desta quinta-feira (19/11). Ao todo, cinco integrantes da narcomilícia que atua nas regiões de Campinho e Praça Seca foram presos em flagrante, incluindo um de seus líderes. A ação foi coordenada pela Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) e ocorreu após intenso trabalho de inteligência e investigação

De acordo com a Desarme, investigações apontaram que narcomilicianos planejavam se reunir com aliados para invadir uma comunidade em Água Santa, Zona Norte do Rio.

Com base nessa informação, a equipe da delegacia se deslocou para um dos acessos para onde ocorreria o encontro e abordou um veículo com cinco homens armados. Com os criminosos havia três fuzis, quatro carregadores de fuzil, três pistolas, quatro carregadores de pistola, duas granadas, três rádios comunicadores, dois coletes balísticos, um cinto tático e 220 munições de diferentes calibres.

Entre os presos, estava um dos chefes da narcomilícia na região, irmão do principal líde da quadrilha.  Todos os presos foram autuados por posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e por organização criminosa.
Fonte: Governo RJ

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Edital da Cedae será publicado no dia 18 de dezembro

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Edital da Cedae será publicado no dia 18 de dezembro

4 de dezembro de 2020

O Governo do Estado anunciou, nesta sexta-feira (04/12), que manterá o cronograma para a publicação no edital de concessão da Cedae para o dia 18 de dezembro. Em reunião entre o governador em exercício, Cláudio Castro, o presidente do BNDES, Gustavo Montesano, e técnicos das instituições, ficou definido que, após o leilão, a Cedae venderá o metro cúbico de água para as empresas distribuidoras por R$ 1,70 nos quatro primeiros anos e R$ 1,63 após a revisão – acima dos R$ 1,46 propostos pelo banco e abaixo dos R$ 2,24 pedidos pela Cedae. A mudança, no entanto, não vai impactar no valor de outorga pedido, que continua sendo de R$ 10,6 bilhões.

– Nós observamos, nos últimos leilões e nos movimentos do mercado, que o cenário é favorável para investimentos em infraestrutura, inclusive com o registro de ágios bastante agressivos. Temos uma preocupação de garantirmos que a Cedae que sairá deste processo seja uma empresa saudável que não precise de aportes do estado para sobreviver. Até porque estamos falando de um estado que passa por uma recuperação fiscal e que tem muitos desafios econômicos pela frente. Sendo assim, optamos por ser mais conservadores com os valores, garantindo uma entrada financeira importante para os Estado e os municípios que participam do processo – explica Cláudio Castro.

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O governador em exercício ainda ressaltou que o Governo e o BNDES já estão preparando apresentações técnicas a investidores, para mostrar que, mesmo com as mudanças, será um excelente negócio para todos os envolvidos.

– Já temos todos os cálculos feitos. Se fomos mais conservadores com os valores, optamos por um risco calculado junto aos players do mercado de infraestrutura. E digo isto porque já recebemos consultas e fomos procurados. Sabemos do interesse que a concessão desperta e temos que ser responsáveis com um dos ativos mais importantes do Governo e, portanto, do povo do Rio de Janeiro – argumenta Castro.

Investimentos

Além de universalizar o saneamento básico para 13 milhões de pessoas em 12 anos, a concessão tem uma previsão de gerar R$ 31 bilhões de investimentos, com a geração de 46 mil empregos diretos.

O edital ainda prevê o maior investimento ambiental do país, com R$ 2,6 bilhões para despoluição da Baía de Guanabara e R$ 2,9 bilhões para melhoria na bacia do Rio Guandu, o que inclui seus afluentes. Para favelas serão destinados R$ 1,86 bilhão para a realização de obras e prestação de serviço e a ampliação da tarifa social para 5% dos usuários – atualmente atinge apenas 0,5%.

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Entenda a concessão

A área do Estado do Rio atendida pela Cedae será dividida em quatro blocos, com prazo de concessão de 35 anos. As concessões foram divididas de forma a equilibrar os custos e a arrecadação das concessionárias, com áreas já desenvolvidas, que exigem poucas obras de infraestrutura, e áreas onde haverá necessidade de mais intervenções.

Bloco 1: Zona Sul + 28 Municípios
Bloco 2: Barra, Jacarepaguá + 4 Municípios
Bloco 3: Zona Oeste + 6 Municípios
Bloco 4: Centro, Zona Norte + 8 Municípios

A Cedae continuará responsável pela produção de água nos sistemas Guandu, Imunana-Laranjal e Lajes, garantindo a segurança hídrica e comercializando a água tratada para as concessionárias que farão a distribuição.

As concessionárias farão a distribuição de água e a coleta e tratamento de esgotos em todo o Estado, assumindo a operação das ETEs que hoje estão sob administração da Cedae.

Fonte: Governo RJ

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