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Doenças de inverno são alerta para o reforço da imunidade e prevenção

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O frio costuma ser mais intenso no mês de julho. Você sabia que durante o inverno as pessoas estão mais propícias a contrair algumas doenças? Nesta estação do ano o ar fica mais seco, as temperaturas estão mais baixas e há uma tendência maior para se frequentar ambientes fechados e com pouca circulação de ar.

Esse é o cenário é o lugar ideal para proliferação de bactérias e vírus. E nesse ano, a pandemia pelo coronavírus tornou indispensável cuidar da saúde e fazer prevenção, entre outras medidas para proteção contra as doenças respiratórias.

Estar em ambientes com boa circulação de ar é um bom começo. Crianças e idosos são os mais afetados pelas doenças de inverno, por terem o sistema imunológico mais fragilizado. A vacina ainda é a melhor forma de prevenção das doenças. A carteira de vacinação pode ser atualizada com as doses de imunização na UBS mais próxima. Busca Saúde.

Conheça quais são as principais doenças de inverno:

Influenza: mais conhecida como gripe é uma doença febril aguda, causada pelo vírus influenza. Os sintomas incluem febre alta, dores no corpo e de cabeça, tosse e sensação de fraqueza. A vacina está disponível anualmente por grupos.

Meningite viral: causada pelo vírus Enterovírus, os sintomas de meningite variam conforme a idade da pessoa. Crianças maiores e adultos têm febre, dor de cabeça, vômito, rigidez de nuca (dificuldade para flexionar a cabeça), sonolência, convulsões, dor nas articulações, aversão à luz.

No bebê, febre, níveis baixos de atividade motora, irritabilidade, choro intenso, inquietação, falta de apetite e sonolência, manchas vermelhas na pele, convulsões, “moleira” abaulada, vômitos e diarreia. Sua transmissão se dá pelo contato entre a saliva e a secreção respiratória.

Meningite bacteriana: causa por bactérias Meningococo e o Pneumococo, tem os mesmo sintomas da meningite viral. Entretanto, a bacteriana é mais perigosa do que a viral. Um dos sinais é a aparição de manchas vermelhas pelo corpo que, ao serem pressionadas, não desaparecem. Quanto mais cedo se faz a vacina para a meningite bacteriana, assim como o diagnóstico da doença, caso se manifeste, melhor.

Rubéola: Doença viral aguda, causada pelo Rubivírus, transmitida pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Na gestação pode ser transmitida ao feto, podendo causar a Síndrome da Rubéola Congênita. Adultos podem apresentar sintomas leves, predominando a febre baixa, cefaleia e lesões ou manchas vermelhas na pele.

Sarampo: Doença viral aguda, causada pelo Morbilivírus. A transmissão ocorre através de secreções respiratórias. A pessoa infectada apresenta tosse, mal-estar, irritação nos olhos, febre e lesões ou manchas vermelhas na pele.

Caxumba: Doença infecciosa aguda causada pelo vírus Paramyxovirus. A principal característica é a presença de parotidite (inflamação de glândulas salivares). De 30 a 40% de pessoas infectadas não apresentam sintomas e disseminam a doença pelo contato direto com as secreções da orofaringe. Seus sintomas variam entre, febre, dor muscular, dor de cabeça, perda de apetite e aumento de um dos lados da face. A vacina tríplice viral é a indicada para prevenir a rubéola, sarampo e a caxumba. E funciona da seguinte maneira:

– Crianças de 12 meses a 06 anos devem tomar uma dose aos 12 meses (tríplice viral) e a segunda dose aos 15 meses (tetra viral);

– Pessoas de 07 a 29 anos que não foram vacinadas anteriormente devem receber duas doses da vacina tríplice viral, com o intervalo mínimo de 30 dias entre elas;

– Pessoas de 29 até 59 anos de idade, completos em 2019 que não foram vacinados anteriormente devem receber apenas uma dose da vacina tríplice viral.

Varicela (Catapora): Infecção viral altamente contagiosa, causada pelo vírus varicela-zoster, caracterizada por surgimento de manchas e bolhas por todo o corpo, coceira, febre, mal-estar, dor no corpo, dor de cabeça. É transmitida por meio de contato direto ou de secreções respiratórias.

Conjuntivite: é uma doença dos olhos muito comum e que pode ocorrer durante todas as estações do ano. Surtos de conjuntivite acontecem mais frequentemente em locais com grandes aglomerações de pessoas, dado seu grande potencial de contágio. Através do contato direto mão-olho-mão e objetos contaminados.

O vírus causador das conjuntivites pode permanecer vivo no meio ambiente, por vários dias. Por isso é fundamental esclarecer que pode ocorrer contaminação das mãos por ocasião do uso de transporte coletivo, equipamentos de uso comum, tanto no trabalho como no domicílio, como por exemplo, uso de computadores, telefone, interruptor de luz, maçanetas de portas, painel de elevadores, entre outros. Não há uma vacina para sua prevenção, ela se da em virtude da boa higiene realizada nas mãos.

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Amanhecer com sensação de frio em São Paulo

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A capital amanhece com frio e baixas temperaturas. Dados da rede de estações meteorológicas do CGE da Prefeitura de São Paulo apontam a média de 14°C. O bairro de Engenheiro Marsilac, no extremo Sul, registra apenas 6ºC. Não há ocorrência de chuva, segundo imagens do radar meteorológico.

O tempo segue ensolarado e com elevação das temperaturas no decorrer do dia. A máxima prevista é de 28ºC. A umidade relativa do ar deve atingir valores abaixo dos 30% e não há previsão de chuva.

Tendência para os próximos dias:

A massa de ar seco que predomina sobre o interior do país segue mantendo o tempo segue seco, com sol e temperaturas em elevação nos próximos dias. Os índices de umidade devem continuar atingindo valores críticos, abaixo dos 30%, no período das tardes. Dessa forma, devem persistir os problemas relacionados a estiagem, concentração de poluentes, risco de queimadas e qualidade do ar. 

A quarta-feira (12) deve apresentar predomínio de sol e temperaturas em elevação no decorrer do dia. As mínimas oscilam em torno dos 15°C, enquanto as máximas podem superar os 27°C. Novamente os índices de umidade entram em declínio no período da tarde, atingindo valores em torno dos 30% nas horas mais quentes. Não há condição de chuva para a Capital paulista. 

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