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Senado aprova auxílio de R$ 4 bilhões a empresas de transporte público

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O Senado aprovou hoje (18) o Projeto de Lei 3364/2020, que prevê o repasse de R$ 4 bilhões a estados, ao Distrito Federal e aos municípios com mais de 200 mil habitantes para garantir o serviço de transporte público coletivo de passageiros em razão da pandemia de covid-19. A matéria já havia passado pela Câmara e agora segue para sanção presidencial.

O texto prevê que, além das empresas privadas, os recursos poderão ser destinados às empresas públicas ou de economia mista que realizem o serviço de transporte, como empresas de metrô. Os recursos da medida são oriundos do Fundo das Reservas Monetárias (FRM), extinto por meio de uma medida provisória sancionada em junho pelo presidente Jair Bolsonaro.

“Não há dúvidas de que o transporte público coletivo de passageiros nas grandes cidades sofreu fortes impactos econômicos com a pandemia do covid-19”, destacou o relator do projeto no Senado, Eduardo Gomes (MDB-TO). De acordo com a Associação Nacional de Empresas de Transporte, houve uma redução de 80% no número de passageiros. A estimativa é que mais de 32 milhões de pessoas tenham deixado de usar transporte público, seja por terem ficado desempregadas, seja por questões sanitárias, seja por outros motivos.

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“Para manter a sustentabilidade operacional, as transportadoras se viram obrigadas a promover reduções na frota de veículos e diminuir o número de colaboradores”, acrescentou o relator. Segundo ele, o projeto é importante para evitar o aumento de tarifas pelas empresas, que poderiam lançar mão desse recurso para repôr suas perdas.

O projeto determina que os recursos serão liberados mediante condições estabelecidas em termo de adesão. Os entes federados que receberem recursos ficarão proibidos de aumentar as tarifas do serviço.

*colaborou Heloísa Cristaldo

Edição: Aline Leal

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Eduardo Bolsonaro visita a Casa Branca dias antes da saída de Trump

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Eduardo
Reprodução Twitter Raquel Krähenbühl

Eduardo Bolsonaro na Casa Branca

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) visitou a Casa Branca , residência oficial do presidente dos Estads Unidos, Donald Trump, na tarde desta terça-feira (5), no horário local de Washington. O filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi acompanhado da sua mulher, Heloísa Bolsonaro, e do embaixador Nestor Foster. A visita ocorre a 15 dias da saída de Donald Trump do cargo da Presidência .

A correspondente da GloboNews Raquel Krähenbül captou as imagens de Eduardo com a filha Geórgia no colo antes de entrar na residência oficial. O presidente Donald Trump não reconheceu a derrota no pleito realizado em novembro de 2020 e, conforme provas coletadas pela imprensa norteamericana, tem tentado fraudar o resultado das eleições a seu favor.

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O presidente Jair Bolsonaro só reconheceu a vitória de Joe Biden em dezembro, mais de um mês depois do resultado das eleições. A família Bolsonaro tem relação próxima com o presidente Donald Trump. O Brasil foi o último país do G20 a reconhecer a vitória de Biden.

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