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Justiça cassa a candidatura de Lindbergh Farias para vereador do Rio

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Jeferson Rudy/Senado Federal

Justiça cassa a candidatura de Lindbergh Farias para vereador do Rio

A Justiça Eleitoral impugnou o registro de candidatura do ex-senador Lindbergh Farias a vereador do município do Rio de Janeiro nas eleições municipais deste ano. A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (22). O ex-senador vai recorrer da decisão.

O pedido do MPE (Ministério Público Eleitoral) se baseou em um condenação de 2019, que suspendeu os direitos políticos de Lindbergh.

O caso se refere à propaganda pessoal antecipada durante as Eleições de 2008, quando o candidato disputava a reeleição para prefeitura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.  

O MP explica que foi identificado que Lindbergh realizou propaganda pessoal antecipada, por meio de veiculação em caixas de leite distribuídas à população de baixa renda, nas quais, além do uso do logotipo da Prefeitura de Nova Iguaçu nas caixas, a promoção pessoal restou ainda mais evidenciada nas ‘cadernetas-sociais” que foram distribuídas para cerca de 6 mil famílias, em que constava o nome do então prefeito, Lindbergh Farias.

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Em seu Twitter, o ex-senador comentou a situação: “Essa decisão da Justiça, em 1ª instância, de impugnar minha candidatura, infelizmente é uma postura que se repete sem base jurídica. Em 2018, enfrentei pedido de impugnação semelhante, e meu registro foi deferido por unanimidade pelo TRE/RJ”, afirmou.

Apesar da impugnação, Lindbergh afirmou que vai continuar com sua campanha nas ruas da cidade. 

“A luta faz parte da nossa história, e nossas vitórias foram construídas ultrapassando adversidades. Não será diferente nesta eleição. Estou muito tranquilo, esperando o deferimento da minha candidatura. Sou candidato a vereador do Rio, continuo na rua e na luta”.

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POLÍTICA

Boulos: filha de empreiteiro, fundão e vaquinha ajudam na campanha de R$ 5,3 mi

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Reprodução/Roda Viva/TV Cultura

Guilherme Boulos (PSOL) em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura


A campanha de Guilherme Boulos (PSOL) à Prefeitura de São Paulo atingiu a marca dos R$ 5,3 milhões arrecadados. A maior parte do dinheiro, R$ 3,7 milhões, vem do fundo eleitoral – dinheiro público a que os partidos têm direito em ano de eleição – e equivale a 70% do total.


Mas a campanha conta com outras fontes de renda : o diretório do partido, uma vaquinha de apoiadores, doações de artistas e outras pessoas, incluindo uma herdeira de empreiteiro.

O PSOL está por trás desse financiamento coletivo, que é 32 vezes maior do que a vaquinha feita para o adversário Bruno Covas (PSDB) – que somou apenas R$ 32 mil. Essas e todas as doações estão registradas na prestação de contas do candidato do PSOL e dentro da lei.

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Por outro lado, a campanha atual prefeito de São Paulo registra o triplo da de Boulos : R$ 18 milhões arrecadados até o momento. Seu principal financiador é o próprio PSDB, com R$ 11,6 milhões.

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