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Boulos diz que morte de negro no Carrefour foi “racismo puro” e critica Mourão

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Guilherme Boulos
Reprodução/Facebook

Guilherme Boulos, candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSOL

O candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos , fez críticas a Hamilton Mourão após o vice-presidente negar que há racismo no Brasil.

A frase de Mourão foi dita sobre a morte de João Alberto Silveira Freitas , homem negro morto em um supermercado de Porto Alegre , no Rio Grande do Sul. Ele foi assassinado por dois homens brancos nesta quinta-feira (19), véspera do Dia da Consciência Negra .

“Alguém consegue imaginar aquela cena acontecendo com uma pessoa branca engravatada naquele mercado?”, questionou Boulos. “Isso é racismo , racismo puro”, complementou.

Boulos reforçou que pretende implementar políticas antirracistas em São Paulo caso seja eleito no dia 29 de novembro, data prevista para que ocorra o segundo turno das eleições municipais.

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Na tarde deste sábado (21), Boulos cumpriu agenda em Heliópolis, região localizada na zona sul. Com discursos em carro de som para apoiadores, Boulos voltou a rebater a decisão da gestão de Bruno Covas (PSDB) sobre o Bilhete Único, que passou de quatro para duas horas na capital.

Outra caminhada está prevista na agenda do candidato. Dessa vez, em Paraisópolis.

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POLÍTICA

Senado aprova aumento de penas para fraudes eletrônicas

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O Senado aprovou hoje (25) projeto de lei (PL) que aumenta penas para quem comete fraudes eletrônicas. O código penal prevê o crime de furto como passível de pena de um a quatro anos. De acordo com o texto, as penas podem ir de três a seis anos de reclusão para quem cometer crimes de furto usando meios eletrônicos ou informáticos. O projeto segue para a Câmara dos Deputados.

O projeto é de autoria de Izalci Lucas (PSDB-DF). Segundo Izalci, a pandemia da covid-19 fez crescer a incidência desse tipo de crime no país e atingiu, inclusive, os beneficiários do auxílio emergencial. Izalci havia proposto uma previsão de pena maior, de quatro a oito anos, mas foram reduzidas no relatório aprovado em plenário.

O texto ainda acrescenta hipótese de agravamento da pena de crime contra a honra quando cometido usando a internet. O PL tipifica o crime de “invasão de dispositivo informático” como a conduta de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização do usuário do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita.

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Edição: Fábio Massalli

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