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A votação do projeto de nº 4409/20, a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício financeiro de 2021, enviado pelo Governo, terá início nesta quinta-feira, 14, às 15 horas. Para votar essa matéria, a Assembleia Legislativa inicia o período de autoconvocação extraordinária, que deve se estender até a próxima terça-feira, 19. A LOA define as despesas e investimentos dos três poderes do Estado e órgãos independentes, como Tribunais de Contas e Ministério Público para o ano que vem. O presidente da Casa, deputado Lissauer Vieira (PSB), assinou, na manhã desta terça-feira, 12, o Ato de Convocação Extraordinária da Assembleia Legislativa, que foi publicado no Diário da Assembleia. 

No início de dezembro, a Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento do Legislativo aprovou um novo calendário de tramitação da LOA. A mudança aconteceu em virtude de solicitação da Secretaria de Economia, na qual a secretária Cristiane Schmidt pediu alteração na tramitação da propositura de nº 4409/20 (LOA), para que a Governadoria do Estado pudesse encaminhar à Alego um projeto substitutivo, onde seriam feitas algumas adequações ao projeto inicial. 

O presidente do Legislativo goiano, deputado Lissauer Vieira (PSB), destacou que a Casa se encontra em perfeita consonância com os integrantes da Secretaria de Economia e que o projeto seria apreciado, em sessão extraordinária, no decorrer do mês de janeiro.  

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De acordo com o novo calendário aprovado pela Comissão de Finanças, o prazo para os parlamentares apresentarem suas emendas impositivas foi estendido até o dia 15 de janeiro. O relator da matéria é o deputado Chico KGL (DEM). 

Substitutivo

Um projeto substitutivo da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2021 foi enviado pelo Governo à Assembleia Legislativa de Goiás e lido em Plenário durante sessão extraordinária realizada em 21 de dezembro. 

O processo substitutivo, protocolado sob nº 5618/20, em 17 de dezembro, será, nessas sessões extraordinárias, apreciado e votado. O novo projeto beneficiou os deputados com um acréscimo de R$ 100 mil em cada emenda. Com isso, cada parlamentar vai ter direito a R$ 5,6 milhões de recursos no Orçamento do Estado.

Conforme o governador Ronaldo Caiado (DEM) traz, no texto original do projeto, no que tange às emendas impositivas, o valor destinado a cada parlamentar é de R$ 5.501.963,00. Desse montante, 70% deverá ser direcionado, obrigatoriamente, à Saúde e à Educação. Ou seja, cada deputado deverá destinar R$ 3.851.374,10 para as referidas áreas. Os 30% restantes, equivalentes a R$ 1.650.588,90, poderão ser aplicados em qualquer outra área a escolha do parlamentar. 

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A proposta orçamentária encaminhada ao Legislativo goiano pelo Poder Executivo estima receita total do Estado para 2021 em R$ 30.151.516.000,00; já a despesa está fixada em R$ 33.978.493.000,00, envolvendo os recursos de todas as fontes. As previsões para a LOA evidenciam um déficit na ordem de R$ 3,8 bilhões a ser enfrentado pelo Estado de Goiás.

Uma novidade na tramitação da LOA é a forma como os deputados apresentam suas emendas impositivas. Antes, cada parlamentar preenchia um formulário em papel. Agora, as emendas são preenchidas no Sistema de Emendas Parlamentares (SEP), uma plataforma online desenvolvida pela Diretoria de Tecnologia da Informação da Casa, após solicitação da equipe técnica da Comissão de Finanças. Para isso, o presidente Karlos Cabral ressaltou a importância de que cada deputado providencie sua assinatura digital.

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Série “Por trás do nome”, nas redes sociais da Alego, conta a história do Parque Vaca Brava, um dos mais famosos da Capital

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Bastante conhecido pelos goianienses, o Parque Vaca Brava é um dos atrativos da Capital. O que muita gente não sabe é que ele é, oficialmente, chamado de Parque Sulivan Silvestre; uma homenagem a um ambientalista que também foi ex-presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai).

O ambientalista faleceu em 1999, com apenas 36 anos de idade, na queda de um avião bimotor, em Goiânia. Outras três pessoas estavam no avião e também morreram. Essa informação está na postagem dessa semana da série “Por Trás do Nome”, publicada nas redes sociais da Assembleia Legislativa.

A publicação também revela que o nome popular se deve às vacas que atolavam na região. A área fazia parte de uma fazenda com córrego, cercado por brejo, onde as vacas não-domesticadas atolavam com frequência. Por isso o nome “Vaca Brava”.

Mais tarde, na década de 50, a fazenda foi vendida para a iniciativa privada. A população próxima, preocupada com a preservação do local, pediu apoio de Sulivan Silvestre para investigar danos ambientais que as construções poderiam causar. Com isso, a prefeitura e duas construtoras receberam a missão de recuperar a nascente do córrego, que também recebe o nome de Vaca Brava. E, assim, foi criado o parque, em 1985.

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Rodeado por uma extensa pista de corrida, o parque possui um lago e espécies nativas de plantas e árvores, como mangueiras e flamboyants. O Vaca Brava é frequentado, diariamente, principalmente por moradores e trabalhadores das redondezas. Pássaros e outros animais silvestres circulam pelo local, que possui área de lazer infantil, estação de ginástica e um bosque com trilhas internas.

Para ficar sabendo sobre história das personalidades que dão nome às ruas, prédios, parques e monumentos situados em Goiás, basta seguir as redes sociais da Casa de leis. Toda semana tem nova publicação sobre a série “Por trás do nome”, desenvolvida pela seção de Publicidade, Imagem e Identidade Corporativa da Alego.

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