POLÍCIA CIVIL RJ

Ação conjunta prende em flagrante homem acusado de pedofilia

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Policiais da 12ª DP (Copacabana), com apoio operacional de policiais do 19º BPM, prenderam em flagrante, nesta quinta-feira (17/09), em Itaguaí, um homem acusado de pedofilia. Com ele foram apreendidos arquivos contendo cenas de sexo explícito e pornográfico envolvendo crianças. Os agentes chegaram até o autor com base em um inquérito policial instaurado na 12ª DP para apurar o armazenamento e divulgação de vídeos com pornografia infanto-juvenil, supostamente atribuídos ao preso.

As investigações tiveram início após os agentes receberem uma notícia-crime de uma acompanhante, que foi procurada por um homem por meio de aplicativo de mensagens, após veicular um anúncio dos seus serviços em uma plataforma digital. O interlocutor, que se identificou apenas pelo primeiro nome, passou a especificar suas predileções, deixando claro que estava a procura de crianças para manter relações sexuais, chegando a enviar um vídeo pornográfico. O homem ainda fez uma proposta ofertando uma grande quantia em dinheiro para que sua filha de 9 anos fosse cooptada para a prática de atos sexuais.

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Diante da gravidade dos fatos, a comunicante foi orientada pela equipe da delegacia a manter contato com o pedófilo, simulando interesse, a fim de angariar novas informações para subsidiar as investigações. O autor fez menção a outra mulher que estaria disposta a oferecer a própria filha de 1 ano e 6 meses para esta prática. Ao longo da conversa, o investigado enviou outros três vídeos com conteúdo de pornografia infanto-juvenil.

Com as informações, foram iniciadas diligências para qualificar o interlocutor, bem como identificar o local onde ele encontrava escondido. Em seguida, a 12ª DP representou pela busca e apreensão e afastamento de sigilo de dados dos dispositivos eletrônicos eventualmente encontrados na posse do investigado, tendo sido a representação acolhida pelo juízo da 21ª Vara Criminal da Capital.

Em cumprimento ao mandado judicial, os policiais detiveram o acusado em sua residência, tendo sido encontrados grande quantidade de vídeos de pornografia infantil armazenados no aparelho celular do investigado. Os agentes também descobriram, após vasculhar os dispositivos eletrônicos, que o investigado operava uma plataforma digital através da qual realizava a venda de pacotes com conteúdo audiovisual de pornografia infanto-juvenil, os quais eram transmitidos via aplicativo de mensagens aos compradores.

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POLÍCIA CIVIL RJ

Polícia Civil indicia oito responsáveis pelo incêndio no Hospital Badim

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A Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol), por meio da 18ª DP (Praça da Bandeira), indiciou oito pessoas pelo incêndio no Hospital Badim, em setembro do ano passado. Elas irão responder 15 vezes por homicídio doloso qualificado, duas vezes por homicídio, além do crime de incêndio. Entre os indiciados, estão os diretores do hospital, responsáveis pela engenharia da unidade de saúde, arquiteto e diretores da empresa responsável pela construção e manutenção do gerador.  

Segundo os agentes, as investigações apontaram obras irregulares no hospital, defeito no sistema de prevenção de incêndio e um plano de evacuação falho. A perícia realizada pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), apontou que o fogo começou no gerador da unidade, que estava instalado em um lugar sem proteção e deveria ficar dentro de um compartimento que pudesse resistir ao fogo, e que os tanques de armazenamento estavam instalados em desacordo com as normas vigentes.  

Dezessete pessoas morreram no incêndio. Laudos do Instituto Médico Legal (IML) apontam que a maioria das vítimas morreram por inalação de fumaça e complicações pelo desligamento de aparelhos, devido à falta de energia no prédio. As investigações apuraram, ainda, que obras irregulares foram realizadas no hospital, com adaptações inadequadas e sem regularização do Corpo de Bombeiros. A unidade deveria ter adequado todos os projetos para ter as licenças de funcionamento necessárias à sua operação.  

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Ainda de acordo com os policiais, no dia do incêndio alarmes não soaram e os pequenos chuveiros automáticos instalados no teto não soltaram água, o que fez com que a situação ficasse mais grave. Além disso, o plano de evacuação não funcionou: funcionários dos pavimentos próximos ao subsolo tomaram conhecimento prévio do incêndio, enquanto os dos andares superiores e pacientes não sabiam de nada.

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