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Polícia Civil prende servidores públicos investigados por utilizar contracheques falsificados para obter empréstimo consignado; montante visado com a fraude supera R$ 60 mil

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A Polícia Civil do Estado de Goiás, por meio do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GREF/DEIC), prendeu em flagrante, no final da tarde dessa quinta-feira (19), uma servidora pública ocupante de cargo comissionado de assessoria na SEAD (Secretaria de Administração) e um Vigilante Penitenciário Temporário (VPT), ambos pelo uso de documentos públicos falsos.

Os documentos seriam utilizados supostamente para obtenção de empréstimo consignado nos valores aproximados de R$ 21 mil e R$ 42 mil.

Ambos foram presos logo após apresentarem contracheques pessoais adulterados ao correspondente bancário autorizado pela Caixa Econômica Federal para formalização do consignado. No documento forjado, além de outras informações modificadas, constava que o cargo ocupado era efetivo.

Motivo da falsificação

Os contracheques foram fraudados, haja vista que titulares de cargos temporários e em comissão não são autorizados a obter empréstimo nessa modalidade, por conta da precariedade do vínculo com o Estado.

Graças à ação da equipe de investigadores do GREF/DEIC, a vantagem financeira pretendida não foi alcançada, uma vez que a fraude foi descoberta antes da transferência dos valores solicitados. Com efeito, após serem informados da suspeita da fraude e ao checar a veracidade das informações, constatou-se que os documentos apresentados e os dados fornecidos pelos funcionários públicos não condiziam com aqueles constantes dos assentos funcionais.

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A prisão se deu no estabelecimento do correspondente bancário, logo após a entrega dos documentos mencionados. As investigações continuam no intuito de identificar os intermediários que captavam os servidores públicos interessados no esquema e adulteravam os contracheques. Estima-se que, pelo menos, outras 10 pessoas valeram-se do esquema fraudulento, o que será apurado na instrução do inquérito policial.

Os autuados foram recolhidos ao Presídio local e, após a comunicação da prisão, passaram à disposição da Justiça. Já o inquérito policial deve ser concluído em 10 dias.

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Polícia Civil prende duas pessoas em Goiânia por crimes de homicídio

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Vítima Fábio de Jesus

A Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH) cumpriu nesta sexta-feira (04) mandado de prisão temporária de um homem de 40 anos, responsável pela morte de Gabriel Rodrigues da Silva, ocorrida no dia 31 de outubro deste ano, no Jd. Curitiba, região noroeste de Goiânia. De acordo com as investigações, o autor planejou a morte de seu genro Gabriel porque a vítima e a filha do autor brigavam com frequência. Porém, o autor não aceitava as brigas, inclusive chegou a ameaçar Gabriel em outras ocasiões. O autor já possui várias passagens por furtos e roubos. A vítima também tinha passagem por roubo. Se condenado, pode pegar de 6 a 20 anos de prisão.

Em outra investigação, a DIH também realizou hoje (04) a prisão em flagrante de Francelino de Souza Pereira, de 34 anos, responsável pela morte de Fábio de Jesus Moreira, ocorrida na data de 02 de dezembro deste ano, no Jd. Curitiba III, região noroeste de Goiânia. De acordo com as investigações, o autor planejou a morte de Fábio porque ele vendia drogas para duas facções diferentes, o que segundo o preso, é proibido no regramento que eles possuem de sua facção criminosa. As investigações ainda prosseguem para identificação dos demais autores. O preso confessou que atraiu a vítima dizendo que compraria droga para que, no encontro, Fábio fosse morto. O autor já tinha passagem por roubo, ameaça e dano e agora responderá por homicídio qualificado por motivo fútil e emboscada.

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Francelino de Souza Pereira, autor

A divulgação da imagem e identificação dos presos foi precedida nos termos da Lei n.º 13.869, Portaria n.º 02/2020 – PC, Despacho do Delegado Titular desta unidade, nº 000010828006 e Despacho DIH/DGPC- 09555 dos responsáveis pela investigação, especialmente porque visa a identificação de eventuais crimes outros cometidos pelos suspeitos, bem como surgimento de novas testemunhas.

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