PARANÁ

Pesquisa com funcionários do Paranacidade aborda os ODS

Publicados

em


Investimento, inovação e tecnologia foram as principais respostas obtidas no tema energia limpa, em consulta aos funcionários do Serviço Social Autônomo Paranacidade, vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas, na pesquisa da Campanha de Sensibilização sobre a Agenda 2030 e os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A formação de parcerias público-privadas e a criação de programas de incentivo também estão entre as principais citações.

Durante 18 dias todos os funcionários do órgão receberam links para assistir a vídeos que abordam conteúdos da Agenda 2030 e dos 17 ODS. Em seguida, responderam perguntas que formaram gráficos do tipo nuvem de palavras. O objetivo da ação foi sensibilizar para a importância dos temas e criar multiplicadores que possam atuar junto às prefeituras no repasse das informações.

SINTONIA – As respostas obtidas mostram a sintonia fina entre o corpo funcional e os programas no segmento energético implementados nos municípios, via recursos liberados pela Secretaria do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas, com operação do Paranacidade. Um deles é o Ilumina Paraná, que viabiliza a substituição dos tradicionais sistemas de iluminação pública por conjuntos de luminárias LED.

Leia Também:  Vendas de Natal devem ter queda de 3%, aponta pesquisa

A troca de tecnologia permite a economia de recursos públicos, a partir do menor consumo de energia, e menor demanda pela geração. Além desses ganhos financeiros e ambientais, a inovação traz outros benefícios como ruas melhor iluminadas e mais seguras para pedestres e condutores de veículos.

A promoção da sustentabilidade também faz parte do programa, uma vez que os recursos economizados podem ser aplicados em outros projetos em benefício da população, em uma equação de equilíbrio das contas das administrações municipais.

AUTOSSUFICIENTES – Em outra linha de atendimento, 245 edifícios públicos serão transformados em autossuficientes na produção de energia com a implantação de sistemas de geração fotovoltaica. É o Programa Zero Energia, que teve o seu projeto-piloto iniciado no ano passado com o investimento de R$ 48 milhões.

Os primeiros municípios beneficiados são Cascavel, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Paranavaí, Maringá e São José dos Pinhais, onde a novidade vai atender escolas municipais, além de Balsa Nova, em que a tecnologia será aplicada em 28 prédios da administração e na iluminação pública. 

Leia Também:  Pesquisa indica desaceleração da epidemia da Covid-19 na maior parte do país

As ações dos programas Zero Energia e de Eficiência Energética são resultado de parceria entre a pasta, Paranacidade, Fomento Paraná, Petinelli Consultoria e Engenharia, Green Building Council Brasil (GBC) e a Copel.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

PARANÁ

Boletim agropecuário aborda a ovinocultura paranaense

Publicados

em


Apesar de o Paraná não ter um rebanho ovino expressivo, a cultura movimenta aproximadamente R$ 96 milhões por ano no Estado, dinamizando a economia de várias regiões, particularmente de Cascavel e Guarapuava. Essa é uma das análises do Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, produzido por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento,  referente à semana de 16 a 22 de janeiro.

O Paraná tem um rebanho de 589 mil cabeças de ovinos. Em 2019, a participação desse segmento no Valor Bruto de Produção (VBP) estadual foi de aproximadamente 0,1%. Mesmo que os volumes pareçam pouco expressivos, a ovinocultura movimentou R$ 96 milhões durante o ano no Estado, valor importante para dinamizar a economia.

O núcleo regional de Cascavel, no Oeste do Estado, é o mais expressivo na produção, contribuindo com R$ 12,8 milhões para o VBP desse segmento. É seguido pelo núcleo de Guarapuava, com R$ 8,6 milhões. Praticamente a totalidade dos ovinos é destinada ao consumo interno.

Dados da Embrapa apontam que a cotação do ovino vivo teve variação positiva de 11,1% na comparação de dezembro de 2019 com o mesmo mês em 2020. O impulso foi dado, sobretudo, pela alta de soja e milho, pela redução na produção e consequente importação da carne ovina, e pela baixa disponibilidade de pastagem, em razão da estiagem severa.

Leia Também:  Universidade diz que Ministério da Saúde não renovará pesquisa sobre Covid-19

A estimativa para 2021 é que haja aumento na produção. No entanto, os preços devem se manter ainda em alta seguindo a provável recuperação econômica. Também contribui para a formação do preço a manutenção da alta da soja, do milho e do dólar, o que eleva os custos na alimentação e nos insumos.

FEIJÃO E FRUTAS – O boletim registra, ainda, a colheita de 51% do feijão de primeira safra. De forma geral, o clima em janeiro está favorecendo a cultura, com boas expectativas de produtividade e qualidade dos grãos. Da segunda safra, apenas 7% foi semeada e a maioria está em fase de germinação.

Em relação às frutas, há análise sobre algumas das principais da pauta de importações do Brasil: peras, nozes, castanhas, uvas e maçãs. No total, o Brasil importa 25 espécies de frutas de 65 fornecedores. Em 2020, foram adquiridas 450,7 mil toneladas com despesas de US$ 596 milhões.

MILHO E SOJA – A semana se encerra com 57% da área da primeira safra de milho no Paraná na fase de frutificação. A colheita já começou, mas ainda não atinge 1% do total. Da segunda safra, a área plantada ainda é incipiente, com 1% do estimado.

Leia Também:  Pesquisa revela aumento do consumo de notícias durante pandemia

Para a soja, as chuvas de janeiro foram benéficas. Mas, se ajudou a restabelecer a umidade do solo, elas também dificultam o acesso dos produtores às lavouras de algumas regiões para o trato cultural. A colheita está começando na região de Pato Branco, devendo se fortalecer a partir de fevereiro, a depender do clima.

OUTRAS CULTURAS – O documento produzido pelos profissionais do Deral traz também uma análise sobre o comportamento dos preços do trigo e derivados tanto para o produtor e industrial quanto para o consumidor. Leitura semelhante é feita em relação à avicultura de corte, com o estudo se estendendo também para a exportação.

Há ainda registro sobre as condições das lavouras de batata tanto da primeira safra, que já tem 87% da área colhida, quanto da segunda safra, que está com 39% semeada. Sobre a mandioca, o boletim retrata a dificuldade de trabalho a campo devido à chuva, mas com desenvolvimento satisfatório das lavouras plantadas.

Confira a íntegra do boletim  AQUI

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA