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Dia da Consciência Negra: João Azevêdo inaugura Centro da Igualdade Racial João Balula

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O governador João Azevêdo inaugurou, nesta sexta-feira (20), Dia da Consciência Negra e data em que se celebra a existência de Zumbi dos Palmares, o Centro Estadual de Referência da Igualdade Racial – João Balula. A sede funciona na Rua Rodrigues de Aquino, no Centro de João Pessoa e será a 2ª do Nordeste e a 4ª do país com atendimento para casos de racismo e intolerância religiosa. 

O serviço tem o propósito de contribuir com a redução das desigualdades raciais e incentivar a equidade racial para a população negra, povos e comunidades tradicionais: quilombolas, indígenas, ciganas e de religião de matriz africana (candomblé, umbanda e jurema sagrada).  O nome do Centro é uma homenagem ao militante histórico do Movimento Negro da Paraíba, João Silva de Carvalho Filho, conhecido como João Balula (in memoriam), que atuou no enfrentamento do racismo no Estado. 

Na ocasião, o chefe do Executivo estadual destacou que o Centro Estadual de Referência da Igualdade Racial João Balula representa mais uma ação do Governo do Estado voltada para a justiça social. “Esse é um momento muito importante, é uma luta de muitos anos e nós precisamos de ações reais para dar as respostas à sociedade. Esse Centro terá a possibilidade de ajudar, por meio dos serviços oferecidos, as pessoas que sofram algum tipo de intolerância, tendo o apoio institucional do Estado nesse processo. Além disso, estamos homenageando João Balula que foi para João Pessoa e para o Brasil um grande defensor da cultura e do combate ao racismo”, frisou.

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A secretária de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura, ressaltou que a nova estrutura de Governo colocada à disposição dos paraibanos insere a Paraíba numa rede nacional de enfrentamento do racismo e da intolerância religiosa.  “O Centro de Referência de Igualdade Racial João Balula vai ofertar uma equipe multidisciplinar para atender a população afetada pelo racismo e pela intolerância religiosa. Teremos psicólogos, assistentes sociais, advogados, pedagogos que farão um trabalho de acolhida e de orientação, mas que também irão construir uma plataforma antirracista, atuando com outros órgãos governamentais para que a sociedade caminhe dentro de um novo conceito de uma Paraíba antirracista”, explicou.  

O gerente executivo da Equidade Racial, José Roberto, destacou que o Centro de Referência representa mais uma resposta do Estado contra a intolerância. “Esse serviço é disponibilizado em um momento muito oportuno devido à grande quantidade de denúncias de racismo e de intolerância religiosa que temos registrado. Vamos prestar assistência à população de todo o Estado com envolvimento e compromisso”, disse.

Amina Carvalho agradeceu a homenagem do Governo da Paraíba ao seu tio João Balula. “Esse é um momento de muita emoção pela história de João Balula na nossa cidade e na região, como presidente e fundador do Movimento Negro. Ele nunca será esquecido e as pessoas vão saber da importância dele e do quanto ele contribuiu com muita gente. Nós da família agradecemos muito e a nossa mensagem é de que possamos continuar espalhando amor, conhecimento e a importância da negritude”, falou.

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O Centro da Igualdade Racial João Balula é um serviço gratuito do Governo do Estado, vinculado à Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana (Semdh). Para começar a funcionar, os profissionais do Centro de Referência da Igualdade Racial João Balula e da rede de atendimento passaram por um curso de capacitação na Escola de Serviço Público da Paraíba (Espep), em Mangabeira, com duração de 80 horas aulas. A capacitação trabalhou desde os marcos conceituais e regulatórios da política de igualdade racial em vigência no país até as estratégias para o enfrentamento do racismo estrutural, institucional e a intolerância religiosa, com foco na sua superação. 

O local funcionará, inicialmente, de segunda-feira a sexta-feira, respeitando as normas sanitárias recomendadas pelos órgãos de saúde devido à pandemia do coronavírus. A população poderá se dirigir diretamente ao Centro da Igualdade Racial João Balula ou ser encaminhada pelos órgãos que integram a rede de atendimento de combate ao racismo e à intolerância religiosa.

A vice-governadora Lígia Feliciano, o deputado federal Damião Feliciano e auxiliares do Governo da Paraíba prestigiaram a solenidade.

Fonte: Governo PB

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Paraíba

Programa Mulher Protegida conquista premiação nacional

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A excelência do trabalho desenvolvido pela Polícia Civil da Paraíba com o Programa Mulher Protegida, por meio da Coordenação das Delegacias da Mulher no Estado, foi confirmada e reconhecida na noite dessa segunda-feira (23) com a conquista do Prêmio Viva 2020, realizado pelo Instituto Avon e Marie Claire, e que é uma celebração pela vida de todas as mulheres. A delegada Maísa Félix, coordenadora das Delegacias da Mulher na Paraíba, foi homenageada por sua atuação em defesa dos direitos femininos.

Em sua 3ª edição, o prêmio homenageia ações emergenciais de defesa dos direitos das mulheres, maiores vítimas de violência e privações econômicas durante a pandemia e fora dela. A delegada Maísa Félix concorreu na categoria Segurança e Justiça com uma escrivã de Minas Gerais e uma advogada de São Paulo.

A delegada Maísa Félix agradeceu ao Governo do Estado e à Secretaria da Segurança e Defesa Social, além de instituições parceiras e todos os servidores envolvidos nesse programa vitorioso que deu o prêmio à Paraíba. Ela destacou que esse resultado é fruto de um trabalho de toda uma equipe e não só de sua pessoa. 

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“O prêmio é o coroamento do trabalho da Segurança Pública, do Programa Paraíba Unida Pela Paz, de toda a força policial como a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros do Estado da Paraíba e aqui eu faço um registro especial à dedicação de todos os profissionais envolvidos em nosso trabalho, como os profissionais que compõem as Delegacias da Mulher como as delegadas, agentes, escrivãs, auxiliares administrativos, auxiliares de serviços e todo o pessoal de apoio de outras categorias que trabalham conosco, como psicólogas e assistentes sociais.  A todos eles, reforço a minha gratidão porque entenderam e tomaram para si todas as políticas adotadas para o combate à violência contra a mulher”, disse a delegada Maísa Félix.

Maísa Félix também destacou as parcerias com outras Secretarias e instituições para o êxito desse trabalho. “Através do Programa Mulher Protegida, nós conseguimos pactuar com outras Secretarias, como a Secretaria da Mulher e Desenvolvimento Humano. A Polícia Civil, através da Delegacia-Geral e a própria Secretaria de Segurança e Defesa Social, nos apoiando no trabalho educativo e preventivo, a Academia de Polícia preparando e qualificando nossos profissionais, enfim, é o trabalho de toda uma rede que está sendo coroado. Quero reforçar também a união de instituições como o Ministério Público, Poder Judiciário e todas as instituições parceiras e ao Governo do Estado como um todo por possibilitar levarmos um atendimento e um serviço de qualidade através do SOS Mulher, a Patrulha Maria da Penha e mais recente, com a pandemia, o atendimento através da Delegacia Online”, concluiu.

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Promovida há três anos pelo Instituto Avon e Empresa de Cosméticos Marie Claire, a premiação tem o objetivo de reconhecer o trabalho de autoridades que atuam em defesa dos direitos humanos. Este ano, o Prêmio  contemplou ações criadas para combater a violência doméstica, que aumentou durante o confinamento social imposto pela pandemia causada pelo Covid-19.

 

 

Fonte: Governo PB

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