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Políticas públicas transformam o empreendedorismo feminino em força econômica

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Celebrado em 19 de novembro, o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino deixa de ser apenas uma data para se transformar, pelas ações do Governo do Pará, em ferramenta de estímulo e fomento de iniciativas lideradas de forma autônoma por mulheres, que ajudam a manter a economia girando. Um dos eixos do Programa Territórios Pela Paz (TerPaz) é o empreendedorismo, segmento em que há diversas ações realizadas por diferentes órgãos, direcionadas para incentivar e capacitar empreendimentos femininos e o ingresso de mulheres no mercado de trabalho.

Um dos projetos, denominado “Ela Pode”, já é desenvolvido nos sete bairros atendidos pelo TerPaz para atender mulheres com mais de 16 anos, que tenham interesse em se capacitar, empreender e construir autonomia financeira e psicológica.A capacitação é um dos instrumentos de acesso ao mercado de trabalho e à autonomia financeira

“O empreendedorismo é um transformador social, porque quando essa mulher consegue ter acesso à educação ela também tem acesso a outras oportunidades, acesso ao conhecimento, a ferramentas que ajudem a melhorar o seu negócio, o que melhora também a renda da sua família. Então, faz muito sentido a gente fomentar cursos que ajudem a melhorar essa estruturação do negócio, e que ajudem também essa mulher a resgatar sua autoestima, sua autonomia, para que ela possa empreender e tomar suas decisões”, ressalta Helen Gonçalves, uma das coordenadoras do Projeto “Ela Pode”.

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Força nos bairros – Delma Braga, representante do Núcleo de Articulação da Cidadania, vinculado à Secretaria de Estado de Articulação e Cidadania (Seac), que executa o TerPaz, confirma que o empreendedorismo feminino é muito forte nos bairros, por isso as secretarias que integram o projeto se unem para oferecer possibilidades a esse segmento. “São mulheres em situação muitas vezes de vulnerabilidade social, que precisam entrar no mercado de trabalho”, acrescenta.Cursos oferecidos pelo TerPaz abrem portas e mudam perspectivas de vida

Segundo Cindy Ornela, superintendente de Desenvolvimento Econômico e Social do Banco do Estado do Pará (Banpará), o Projeto “Empodera”, uma linha de microcrédito que visa financiar mulheres empreendedoras em qualquer ramo de atividade dos setores formal e informal, que não possuem acesso a linhas de crédito convencionais, já resultou, entre agosto de 2019 e outubro de 2020, em 233 operações, totalizando um investimento de R$ 492.640,00.  

A microempresária Laíse Cordeiro usou os recursos para melhorar as condições do seu salão de beleza. “Fiquei sabendo do ‘Empodera’ por uma amiga, e hoje estou renovando meu estabelecimento para atender melhor. Espero sempre poder contar com essa parceria”, conta Laíse.

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Compromisso – Andrelina Lima, à frente da Diretoria de Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviço, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), afirma que o governo do Estado reconhece a importância da necessidade de políticas públicas voltadas ao público feminino. “Por isso temos diversas ações que promovem capacitação, formalização de seus negócios, possibilidade de pedir crédito para expandir. É um compromisso com a mulher paraense, de saber a importância desse fomento que é tão importante para auxiliar a renda familiar dessas famílias”, acrescenta Andrelina Lima.

Coordenadora de Projetos do TerPaz pela Sedeme, Marina Kalif ressalta que as linhas desenvolvidas nos Territórios são voltados ao desenvolvimento de negócios nas áreas de moda, design, indústria de confecção, alimentação e gastronomia. “Ofertamos cursos de capacitação para atender o mercado, e assim oportunizar a população em geral, principalmente as mulheres que precisam trabalhar dentro de casa, porque não têm com quem deixar os filhos, e assim ter participação ativa na economia do seu bairro. Essa sensibilidade é fundamental por parte do governo”, conclui.

Fonte: Governo PA

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Pará

Mais de 830 bolsas de sangue foram coletadas em 25 de novembro, Dia do Doador de Sangue

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Mais uma vez o povo paraense mostrou o quanto é generoso. Nesta quarta-feira (25) Dia Nacional do Doador de Sangue, a Hemorrede paraense recebeu mais de 1.200 voluntários da doação em todas as 11 unidades de coleta do estado. Desses, 832 bolsas de sangue foram coletadas e vão poder beneficiar cerca de 3.300 pacientes que esperam por uma transfusão na rede hospitalar.

“É uma satisfação enorme receber este resultado, principalmente, diante de todas as dificuldades que tivemos que superar este ano. Só temos motivos para comemorar e agradecer a cada um dos doadores voluntários, servidores e colaboradores da Fundação Hemopa que torna possível a missão de salvar vidas”, ressaltou Paulo Bezerra, presidente da Fundação Hemopa. 

Um dos beneficiados é Daniel Cavalcante, que é paciente do Hemopa e faz tratamento para Anemia Falciforme. De dois em dois meses, ele precisa fazer transfusão para ficar bem e continuar trabalhando como Dj, no município de Igarapé-Açu, onde mora na região do nordeste paraense.

“Sem a transfusão sinto muito cansaço, fraqueza, desânimo. Quando recebo a transfusão, é alto astral e animação. Aí o Dj Jacarezinho pode trabalhar. Quero aproveitar para incentivar a doação, porque o sangue é muito importante e tem muita gente que precisa como eu”, reconhece o paciente Daniel Cavalcante.

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No Hemocentro Regional de Santarém, o Dia do Doador foi animado. Entre os voluntários, um grupo do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). “Nós, que trabalhamos diretamente com as situações adversas no trânsito, principalmente, sabemos da real necessidade. Então nos unimos e resolvemos abraçar a causa para que esse estoque possa ajudar quem está necessitado no momento”, ressaltou Maurício Magalhães, técnico de enfermagem do Samu, em Santarém.

Integrantes do grupo de ciclistas ‘Pitukinhas’, do município de Abaetetuba, no Baixo Tocantins, chegaram ao Hemonúcleo dispostos a aumentar a corrente do bem. “Eu já doou há mais de sete anos e vim agora com o grupo. A importância de doar é amor ao próximo. Quantas e quantas pessoas precisam deste sangue”, disse, emocionada, a fisioterapeuta Conceição Silva. 

A Fundação Hemopa observa que o sangue é insubstituível. Ele não pode ser fabricado e é a única fonte de vida para pacientes que lutam contra o câncer, anemias, hemofilia, aplasia medular, entre inúmeras doenças.

O Hemocentro explica ainda que a retirada de uma bolsa de 450ml de sangue não faz mal ao voluntário, o corpo repõe o retirado em 24 horas e não existe nenhum risco de contaminação no processo de doação. E o mais satisfatório, ressalta a Fundação Hemopa, quem doa é responsável direto por salvar vidas. 

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Critérios para ser um doador de sangue:

            Ter entre 16 e 69 anos (menores de idade devem estar com o responsável);

•             Pesar acima de 50 kg;

•             Estar em boa condição de saúde;

•             Apresentar um documento de identificação oficial, original e com foto (RG, CNH, Passaporte ou Carteira de Trabalho).

Sobre a Covid-19

Neste período de pandemia, também foram incluídos critérios para quem teve a Covid-19. É necessário esperar 30 dias após a cura para doar. E quem teve contato com pessoas que tiveram Covid-19, deve esperar 14 dias após o último contato.

Serviço

Mais informações: 0800 280 8118 / (91) 3110-6500.

Fonte: Governo PA

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