Pará

Mesmo com deslocamento de efetivo para o interior, fiscalização permanece na RMB

Publicados

em


Enquanto muitos preferiram passar o final de semana em casa, outros, mesmo com a proibição de frequentar a faixa de areia e o impedimento de tomar banho em praias, igarapés, balneários e similares, por conta do decreto estadual que prevê medidas de prevenção à Covid-19 no Estado, se deslocaram para os interiores, com a exceção da região do Marajó.

Mesmo com o deslocamento de mais de 600 agentes de segurança para reforçar as ações de prevenção e policial nos locais onde o fluxo de pessoal aumenta, o policiamento na Região Metropolitana de Belém não ficou descoberto. Mas poucas pessoas escolheram a ilha do Combu para frequentar neste final de semana.

Agentes do Grupamento Fluvial de Segurança Pública (GFlu), vinculado à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup) fiscalizaram neste final de semana os restaurantes da Ilha do Combu, Ilha do Maracujá, Prainha, furo Combu e Paciência, próximas à Belém e as embarcações para que fosse respeitado o decreto 1.310 que impede o deslocamento de passageiros da Região Metropolitana de Belém para o Marajó e do Marajó para a RMB até às 23h59 de quarta-feira, 17.

Leia Também:  Chamada pública seleciona projeto para formação teatral em escolas públicas

“Foram realizadas fiscalizações do cumprimento do decreto do governo do Pará com políticas de restrição e controle da pandemia da Covid-19 na orla de Belém e adjacências. Duas embarcações que estavam com saída prevista foram abordadas, uma com destino Macapá e a outra com destino  Manaus. Ambas foram alertadas da impossibilidade de atracarem nas cidades do arquipélago do Marajó em suas rotas.

Bares e balneários da ilha do Combu foram fiscalizados e recomendados sobre o decreto, inclusive da capacidade, número de clientes por mesa, utilização de máscaras e EPI’s bem como distanciamento mínimo entre pessoas. O movimento foi considerado fraco nos bares, uma vez que a tarde estava chuvosa”, explicou o diretor do grupamento fluvial, Arthur Braga. 

Foram responsáveis pela fiscalização servidores da Companhia Independente de Policiamento Fluvial (CIPIFlu) e da Delegacia de Polícia Fluvial (DPFLU). Compõem também a força-tarefa de fiscalização do decreto 1.310 as polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Departamento de Trânsito (Detran), Grupamento Fluvial de Segurança Pública, Centro Integrado de Operações, além da Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon), Guarda Municipal de Belém e Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob).

Leia Também:  Governo do Pará anuncia compra de 3 milhões de doses de vacinas para ampliar combate à Covid-19
Fonte: Governo PA

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Pará

Sejudh lança em Ananindeua projeto de autonomia financeira para mulheres vulneráveis

Publicados

em


Com o tema “Caminhos para a autonomia e o empoderamento das mulheres no Estado do Pará”, a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) lançou nesta semana o Projeto Girândola, que busca promover a autonomia financeira de mulheres em situação de vulnerabilidade. Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém, foi o primeiro município a receber o projeto, na quinta (25) e sexta-feira (26).

Dividido em várias fases, o “Girândola” realiza, nesta primeira etapa, o acolhimento e a identificação vocacional, tendo como público-alvo mulheres adultas. O objetivo também é a promoção da autoestima e autonomia financeira.

Promovido pela Coordenadoria de Integração de Políticas para as Mulheres (CIPM), da Sejudh, o projeto também visa trabalhar em várias frentes com as mulheres. “Um de nossos compromissos é trabalhar, além do empoderamento financeiro, um acolhimento às mulheres, para que se sintam capazes de colocar em prática suas habilidades, mas, sobretudo, trazer expectativas de melhorias também à saúde mental”, afirmou Márcia Jorge, coordenadora da CIPM.

“Atrás dos sonhos” – Aos 25 anos, com dois filhos e moradora de Ananindeua, Virgínia Macedo está à procura de uma vaga no mercado de trabalho. “No momento em que estamos passando, por conta da pandemia, a gente teve que se reinventar. Muitas famílias ficaram à mercê dessa situação, de não ter como sustentar a casa. Eu vim mesmo para me reinventar e correr atrás dos meus sonhos, enfrentando as dificuldades”, disse Virgínia.

Leia Também:  Fiscalização ambiental evita devastação de nascentes

Além de Ananindeua, os municípios de Castanhal (RMB), Bragança (no Nordeste) e Breves (no Marajó) vão receber atividades do Projeto Girândola. A previsão é que 100 mulheres sejam atendidas por município. As atividades contam com o apoio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Trabalho, do Projeto Fênix, Conselho Municipal da Mulher, Projeto Educar Vidas, Parapaz Mulher, Ong SOMECDH, Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) e Faculdade Esmac, onde foi lançado o projeto.

Fonte: Governo PA

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA