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Ações do Estado garantem reconhecimento de músicos paraenses

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Neste domingo, 22 de novembro, é comemorado o Dia da Música e dos Músicos e, também, o dia de Santa Cecília, que é exaltada como a padroeira dos profissionais e da música. Em diversas ações realizadas o ano inteiro, o Governo do Pará, por meio de órgãos como a Fundação Cultural do Estado do Pará (FCP) e a Fundação Carlos Gomes (FCG), trabalha para que as manifestações dos artistas sejam cada vez mais valorizadas e estimuladas.

A FCP conta com uma linha mais voltada ao fomento de atividades culturais, como performances e espetáculos, dentre as quais se destacam aquelas voltadas à música. Allan Andrade, diretor de Interação Cultural da Fundação, ressalta a importância da expressão musical na capital e no interior, e destaca a necessidade de “escutar” a classe musical para que a gestão pública faça um trabalho mais consistente.

“O edital 06/2019, ‘Pauta por Todo o Pará’, foi fruto de chamamento dos artistas, com 45 projetos, e muitos fora da capital, com incentivo baseado nas realidades daqueles artistas. Este ano, com a a pandemia, lançamos o edital 11/2020, voltado à realização de lives, que contou com um processo longo de planejamento”, relata.

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Já a FCG é inteiramente voltada à música, com destaque para as atividades de ensino, mas também incentivando eventos de produção musical no Estado. Em 2020, diversas iniciativas – desde a nomeação dos primeiros servidores efetivos para o órgão até a promoção do Festival de Bandas do Pará – contribuíram para a valorização do músico paraense.

Um ponto importante, comentado tanto por Andrade como pelo diretor de ensino da FCG, Joel Costa, é como o trabalho dos músicos paraenses foi duramente afetado pela pandemia do novo coronavírus. Diante disso, o governo do Estado, através dos órgãos competentes, buscou incentivar as manifestações musicais adaptadas ao novo contexto, reconhecendo a importância da música como expressão cultural, além do fomento à economia artística.

“Com o fechamento de espaços para apresentação por causa da crise do novo coronavírus, se faz cada vez mais importante valorizar o trabalho de outras formas, e o Governo tem feito isso. Só a [Secretaria de Estado de Cultura] Secult lançou vários editais que visavam justamente buscar a valorização dos artistas e das artes, mesmo com os impactos da pandemia, que a gestão tem buscado minimizar”, avalia Joel. “A nomeação dos aprovados pelo concurso da FCG foi uma iniciativa muito importante, pois éramos carentes lá de professores e técnicos concursados”, confirma.

Outras ações da FCG voltadas ao ensino da música incluem a renovação da autorização dos cursos técnicos e médios de habilitação em regência, canto e instrumento musical pelo Conselho Estadual de Educação; reformulação de cursos livres; disponibilização de material digital para alunos dos cursos de música; aquisição de novos instrumentos; terças musicais; concertos didáticos; projeto Música dos Museus; concurso Dóris Azevedo para jovens musicistas; Festival Internacional de Música do Pará; Festival de Música Brasileira; e Encontro de Coros do Pará.

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Fonte: Governo PA

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Pará

Pará foi o maior gerador de empregos na região Norte em 2020

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Mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus, o Para foi o estado que mais gerou empregos formais na região Norte em 2020, uma alta puxada principalmente pelo setor da construção civil. De acordo com um balanço divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA), foram quase 10 mil postos de trabalho só nessa área, entre janeiro e novembro, levando em consideração as admissões e os desligamentos. O bom resultado deve-se, entre outros fatores, aos investimentos em obras e programas por parte do governo do Estado.

No entanto, houve queda na geração de empregos formais em dezembro passado, e um saldo negativo de 1,4 mil postos, sendo 60 do setor da construção civil.

O titular da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), Inocêncio Gasparim, comenta a expectativa de um 2021 de mais números positivos. 

“Nossos resultados representam 60% dos empregos nessa atividade econômica em todo o Norte, e estão ligados ao trabalho que o Governo faz de atração de investimentos de recursos, com trabalho acelerado para a concessão de licenças estrutura e infraestrutura para implantação de novas empresas”, avalia o gestor, lembrando que obras estruturantes e reconstrução de escolas e prédios públicos capitaneados pelo Estado também fazem a diferença nesse cálculo. 

“A Seaster não parou durante a pandemia e fez a intermediação de mão de obra em várias frentes e, tomando os devidos cuidados, vamos continuar, vamos melhorar em 2021”, antecipa Inocencio.

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Paulo de Oliveira, 50, mora em Ananindeua e está desde setembro trabalhando como pedreiro nas obras do BRT Metropolitano, conduzidas pelo Governo do Pará.

“Trabalhei por dois anos no outro BRT e é uma honra, é gratificante fazer parte de um projeto que vai fazer tanta diferença na vida das pessoas. Eu deveria estar trabalhando desde abril, mas por causa da pandemia tive que esperar mais um pouco. Hoje a renda que eu ganho mantém a casa e a vida com a minha esposa”, conta o trabalhador.

Análises – Técnico e pesquisador do Dieese, Everson Costa, afirma que o Pará gerou quase 40 mil empregos no total durante todo o ano passado, sendo o 10º estado brasileiro no ranking da geração de postos de trabalho. O impacto é ainda mais significativo por se tratar de um setor que mexe como um todo na economia.

“O emprego que é gerado no setor da construção civil coloca dinheiro, coloca condição e poder de compra na mão dos trabalhadores. Eles, por sua vez, dinamizam a economia a partir do momento em que partem para o consumo, seja no comércio, seja no serviço ou nos outros setores”, justifica.

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Ele destaca como decisões acertadas o sistema de bandeiramento implementado nas regiões do Estado, permitindo organização no retorno gradual das atividades, e a própria agenda estadual de obras públicas. A queda registrada em dezembro é esperada, já que as condições climáticas do período naturalmente desaceleram o expediente.

“A manutenção positiva da geração de empregos é um bom receptor para 2021, e cresce o otimismo, porque nós já estamos com vacina. À medida em que a gente vai vacinando a população, conseguimos trazer a normalidade de volta e expandir o plano de retomada econômica. Certamente, teremos a continuidade de obras públicas e outros fatores positivos fundamentais para ditar o ritmo de crescimento”, sugere Everson.

Fonte: Governo PA

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