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Igreja descumpre toque de recolher; pastor diz que “Covid não existe”

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Carro da Guarda Municipal de Campo Grande
Divulgação/Guarda Municipal

Operação Toque de Recolher foi implantada há mais de quatro meses.

Na noite da última quinta-feira (30), uma igreja na cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul , descumpriu o toque de recolher e aglomerou pessoas sem máscaras. Segundo o G1, o pastor da igreja disse à equipe de fiscalização que “O Covid não existe, quem manda aqui é Deus”.

Agentes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur) flagraram a igreja funcionando fora do horário permitido. Ao entrarem no local, fiscais contabilizaram cerca de 60 pessoas no local, o que desrespeita o limite de 30% da capacidade.

Ao ser abordado pelos fiscais, que pediram para que o culto fosse encerrado, o pastor ofendeu os servidores, chamando-os de “corruptos, ladrões, assaltantes” e dizendo que eles só queriam  dinheiro. Ele finalizou dizendo que a Covid-19 não existe e que quem manda na igreja é Deus e “não promotor, prefeito ou governador”.

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Segundo informações da Guarda Municipal, o pastor se recusou a assinar um auto de infração e rasgou o documento na frente dos fiscais. Segundo o G1, houve tumulto durante o episódio, o que impossibilitou a prisão em flagrante do pastor.

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Cobradora é agredida e denuncia motorista por violência

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DIP Manaus
Reprodução/Google Earth

Agressão foi registrada no 6º Distrito Integrado de Polícia.

Uma cobradora de ônibus de 36 anos de idade foi agredida física e verbalmente na última terça-feira (4) e denunciou o motorista que dirigia o coletivo. O caso aconteceu na cidade de Manaus, capital do Amazonas, e foi registrado no 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

Segundo o boletim de ocorrência registrado pela vítima, a agressão aconteceu por volta das 19h. Ela preferiu não ter a identidade revelada. De acordo com a mulher, ela teria questionado o motorista por não ter aberto a porta para um passageiro descer do veículo.

Durante  a discussão, ela foi agredida no rosto e no braço e passou mal. Colegas de trabalho acionaram a polícia. A vítima diz ainda que acionou a empresa, que orientou que ela tomasse as providências cabíveis.

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Ela disse ainda que o motorista, que também não teve a identidade revelada pelas autoridades, já foi alvo de reclamações de outros cobradores por comportamento semelhante ao registrado no caso.

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