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Filho mata a mãe para roubar R$ 700 da aposentadoria dela e comprar drogas

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Elza Fiuza/Agência Brasil

Filho mata mãe em Minas para roubar R$ 700 da aposentadoria dela e comprar droga

Um homem foi preso nesta quinta-feira (15) suspeito de assassinar a própria mãe para roubar R$ 700 da aposentadoria dela para comprar drogas. Antes do crime, a idosa, de 75 anos, negou dar o dinheiro para o suspeito porque ele disse que iria comprar as drogas. O assassinato aconteceu em Visconde do Rio Branco, em Minas Gerais, na última quinta-feira (8).

Segundo a Polícia, o suspeito deu uma machadada na cabeça da mãe e chamou uma ambulância para simular que ela tivesse sofrido uma queda e se machucado e para se livrar de suspeitas.

“O fato que nos chamou a atenção não foi apenas a motivação torpe e o requinte de crueldade perpetrado pelo investigado, ao usar um machado e desferir golpe na região craniana da vítima, pessoa idosa, mas também a audácia daquele em acionar socorro”, explica o delegado Diêgo Candian Alves.

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Ao chegar no local, os membros da equipe médica perceberam que a mulher tinhas vários golpes na cabeça que não faziam sentido pelo relato do filho. Assim, eles chamaram a polícia ao local.

“O investigado teria informado que foi até a residência da vítima para ir ao banheiro, momento em que se deparou com sua mãe deitada no chão da sala, com um grande sangramento, desacordada e com um ferimento na cabeça”, complementa o delegado.

Após depoimentos aos investigadores, o suspeito confessou o crime e disse que estava drogado no momento que matou a mãe. Ele foi até o quarto do padrasto pegou o machado e deu os golpes que matou a própria mãe.

Ele já tem passagem pela polícia por crime de homicídio e será indiciado pelo crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Ele já foi encaminhado ao sistema prisional. 

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Grávida, menina de 13 anos “casada” com homem de 40 morre após contrair Covid-19

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Hospital
Reprodução/Google Maps

Segundo informações, jovem era abusada há quatro anos por suspeito

Um caso chocante que envolve morte, estupro de vulnerável, agressões e gravidez na adolescência está sendo investigado pela Polícia Civil do Pará. Uma menina de apenas 13 anos, que era “casada” com um homem de 40 e estava grávida de 31 semanas, morreu em um hospital na cidade Medicilândia, no sudoeste do estado, após contrair Covid-19.

Segundo informações da revista Época, denúncias enviadas ao Conselho Tutelar apontam que a vítima vivia junto com o suspeito, era abusada sexualmente há cerca de quatro anos, além de ser constantemente agredida, fisica e psicologicamente, por ele. Nas redes sociais, o casal aparecia em diversas fotos abraçados e com o status de “casados”.

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Na manhã do último sábado (24), a jovem deu entrada Hospital Municipal de Uruará com sintomas de Covid-19, como febre e dor de cabeça, e estava acompanhada de um homem e uma mulher, que disse ser sua avó, mas não comprovou esta informação.

Ainda de acordo com a publicação, ela precisou ser entubada após a internação e seria transferida para um hospital em Altamira. Porém, durante o trajeto, seu quadro de saúde se agravou e ela foi encaminhada para o Hospital Municipal de Medicilândia , onde acabou morrendo.

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