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Reinfecção de covid-19 é improvável por pelo menos seis meses

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É altamente improvável que pessoas que tiveram covid-19 contraiam a doença novamente por pelo menos seis meses depois da primeira infecção. É o que mostra  um estudo britânico feito com funcionários de saúde que atuam na linha de frente da luta contra a pandemia do novo coronavírus.

As descobertas passam tranquilidade a mais de 51 milhões de pessoas no mundo que foram infectadas com a doença, disseram pesquisadores da Universidade de Oxford.

“É uma notícia realmente muito boa porque as pessoas podem ficar confiantes que, pelo menos no curto prazo, a maioria que já pegou covid-19 não pegará novamente”, disse David Eyre, um dos coordenadores do estudo e professor do Departamento Nuffield de Saúde da População, em Oxford.

Autoridades da Organização Mundial da Saúde (OMS) gostaram dos resultados. “Estamos vendo níveis sustentados de resposta imunológica em humanos até agora”, afirmou Mike Ryan, principal especialista de emergência da OMS, em entrevista coletiva. “Isso também nos dá esperança para a vacina”.

Maria van Kerkhove, líder técnica em covid-19 para a OMS, acrescentou: “Ainda precisamos seguir esses indivíduos por um período mais longo para ver quanto tempo a imunidade dura”.

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Casos isolados de reincidência de covid-19, a doença causada pelo vírus SARS-CoV-2, causaram preocupações de que a imunidade poderia ter vida curta e que pacientes recuperados poderiam rapidamente ficar doentes novamente.

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China lança sonda para recolher material da superfície lunar

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A China lançou com êxito a sonda espacial Chang`e-5 para recolher material da superfície lunar, na primeira missão desse gênero desde os anos 70.

O lançamento da sonda foi feito nessa segunda-feira (23), a bordo do foguete Longa Marcha-5, a partir do Centro de Lançamento de Wenchang, na província de Hainão (sul).

“A sonda entrou com precisão na órbita previamente estabelecida. A missão foi concluída com êxito”, afirmou o diretor do Centro de Lançamento e responsável pela missão, Zhang Xueyu. 

De acordo com a agência de notícias estatal chinesa Xinhua, esta é uma das “missões espaciais mais complexas e desafiadoras” que a China já realizou.

“A missão vai ajudar a promover o desenvolvimento científico e tecnológico do país e estabelecer uma base importante para futuros pousos tripulados na Lua”, disse o vice-diretor do Centro de Exploração Lunar da Administração Espacial da China, Pei Zhaoyu.

A Chang`e-5 deverá colocar vários módulos na superfície lunar para recolher cerca de dois quilos de amostras.

A nave vai levar dois dias para chegar à superfície e a missão vai durar cerca de 23 dias, iinformou Pei. As amostras vão chegar à Terra em meados de dezembro.

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Ação chinesa

A missão vai tornar a China o terceiro país capaz de recolher amostras de material lunar, depois dos Estados Unidos e da antiga União Soviética.

A missão, batizada em homenagem à deusa chinesa da Lua Chang`e, está entre as mais ousadas da China desde que o país colocou um homem no espaço, pela primeira vez, em 2003, tornando-se a terceira nação a fazê-lo, depois dos EUA e da Rússia.

A sonda chinesa Chang`e 4 foi a primeira a pousar no lado relativamente inexplorado da Lua, que não é visível a partir da Terra, e fornece medições completas da exposição à radiação da superfície lunar, que são vitais para qualquer país que planeje enviar astronautas à Lua.

Em julho passado, a China tornou-se um dos três países a lançar uma missão a Marte, que vai procurar sinais de água no planeta vermelho. As autoridades chinesas disseram que a nave Tianwen 1 está em curso para chegar a Marte por volta de fevereiro.

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