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Líder religioso da Coreia do Sul é preso por atrapalhar combate à Covid-19

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Lee Man-hee é líder da Igreja Shincheonji de Jesus no país

Neste sábado (1º), o líder de uma seita religiosa na Coreia do Sul foi preso após ser acusado de atrapalhar o  combate à pandemia da Covid-19 no país ao divulgar dados incorretos e listas falsas sobre as reuniões da igreja da qual faz parte.

Segundo informações da agência de notícias France Presse, Lee Man-hee, de 88 anos, é o principal nomes da igreja Shincheonji de Jesus na Coreia do Sul e também foi acusado de desviar quase R$ 25 milhões (5.6 bilhões de won) de fundos da instituição e realizar eventos em instalações públicas sem autorização.

Ainda de acordo com a publicação, mais de 5.200 sul-coreanos relacionados com a seita já haviam sido infectados até o último dia 19, o que representa quase 40% do número de casos confirmados em todo o país desde o início da pandemia.

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Por este motivo, a igreja estaria indicando a seus membros que não divulgassem informações sobre a doença ou respondessem perguntas judiciais, evitando assim que sofressem discriminações.

Até o momento, segundo dados coletados pela Universidade Johns Hopkins, a Coreia do Sul soma 14.336 infecções pela Covid-19 e 301 mortes, o que faz com que o país seja elogiado pela forma como vem combateno o vírus.

Fonte: IG Mundo

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Polícia entra em confronto com manifestantes em Beirute

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A polícia libanesa lançou bombas de gás lacrimogêneo para tentar dispersar manifestantes que jogavam pedras e bloqueavam uma via perto do Parlamento em Beirute neste domingo (9), no segundo dia de protestos contra o governo pela explosão devastadora da última terça-feira (4) no porto da capital.

O fogo irrompeu em uma entrada para a Praça do Parlamento, enquanto os manifestantes tentavam invadir uma área isolada, segundo imagens de TV. Os manifestantes também invadiram os escritórios de ministérios.

A enorme explosão matou 158 pessoas e feriu mais de 6 mil além de destruir partes da cidade, num momento de crise política e econômica, gerando fortes apelos para que o governo renuncie.

Policiais da tropa de choque entraram em confronto com os manifestantes, enquanto milhares de pessoas seguiam para a Praça do Parlamento e para a Praça dos Mártires, disse um correspondente da Reuters.

“Demos a esses líderes tantas chances de nos ajudar e eles sempre falharam. Queremos todos eles fora, especialmente o Hezbollah, porque é uma milícia e apenas intimida as pessoas com suas armas”, disse Walid Jamal, um manifestante desempregado, referindo-se ao o grupo armado mais influente do país, apoiado pelo Irã, que tem ministros no governo.

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O patriarca cristão maronita, Bechara Boutros al-Rai, disse que o gabinete deveria renunciar, uma vez que não pode mudar a forma como governa. “A renúncia de um parlamentar ou ministro não é suficiente, todo o governo deveria renunciar, pois não é capaz de ajudar o país a se recuperar”, afirmou em seu sermão de domingo.

A ministra da Informação, Manal Abdel Samad, disse hoje que estava renunciando ao cargo, citando a explosão e o fracasso do governo em realizar reformas.

Os protestos de sábado foram os maiores desde outubro, quando milhares de pessoas foram às ruas para exigir o fim da corrupção e da má governança.

Cerca de 10 mil pessoas se reuniram na Praça dos Mártires, que foi transformada em uma zona de batalha à noite entre a polícia e os manifestantes. Eles que tentaram romper uma barreira ao longo de uma via que leva ao Parlamento. Alguns manifestantes invadiram ministérios do governo e a Associação de Bancos Libaneses.

Um policial foi morto e a Cruz Vermelha disse que mais de 170 pessoas ficaram feridas.

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O primeiro-ministro e a Presidência disseram que 2.750 toneladas de nitrato de amônia altamente explosivo, usado na fabricação de fertilizantes e bombas, foram armazenadas por seis anos sem medidas de segurança no depósito do porto.

O governo garante que punirá os responsáveis.

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