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Seu cupido é gari? Confira os sinais que indicam alerta de boy lixo e corra

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Praticamente toda mulher que se relaciona com homens já passou por isso. Em algum momento conheceu um cara que no começo parecia ter saído de um conto de fadas. Até que um dia percebeu que não era amor (era cilada) e que o príncipe estava mais pra sapo. Ou o famoso chernoboy, também conhecido como boy lixo

Não se sinta mal por ter se apaixonado por um, tá tudo bem, errar é humano. Mas, como diz o ditado, persistir no erro é burrice. Então, para que você não passe mais por isso, conversamos com leitoras do Delas que dão dicas para você perceber que o @ é cilada e não cair mais nesse papinho. 


Ele “não está pronto” para um relacionamento 

“Já sai com alguns, sempre os conheci conheci no Tinder! Pra mim, o bom lixo é o cara que fala que não tá pronto pra um relacionamento sério (mas pode aparecer duas semanas depois namorando). Ou aquele que é carinhoso, fala que gosta muito de você e quando você responde que também gosta dele, ele some porque não quer nada sério.”

– Letícia

Ele não cumpre o combinado

“Ele jogava Magic e usava fundo de tela fotos de anime, esses eram os sinais e mesmo assim, decidi insistir. Quando a gente podia sair de casa, tínhamos o costume de ir em um restaurante novo todo final de semana. Cada semana alguém pagava. Fomos a um restaurante de comida japonesa em Interlagos (bem longe das nossas casas). Na semana anterior, eu que tinha pago. Após a gente comer, ele falou que não ia pagar minha parte. Eu estava sem dinheiro, porque tinha pago o táxi até lá. Tive que ligar pra minha família e pedir dinheiro emprestado.”

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– Beatriz 

Ele some e dá desculpas esfarrapadas 

“Para mim, o boy lixo é um cara que te faz sentir culpada pelas cagadas que ele faz. Sai com um, conheci por meio de amigos em comum. Ele sumia o tempo todo e dava desculpas esfarrapadas até que ele me confessou que estava ficando com outra e não queria mais ficar comigo”

– Paula 

Ele dá sinais de comportamento abusivo

“Nós éramos amigos antes de começarmos a namorar, demorou pra cair a ficha que ele era abusivo. Todos os sinais e pessoas que falavam qualquer coisa, eu só ignorava. ‘Não, eu não estou vivendo isso’, pensava. Até que ele me agrediu. Descobri que o cara por quem eu era devota e que me aprisionava, saía da minha casa e ia me trair. Ele ameaçou minha vida, logo após mencionar que se mataria. Então, depois desses sinais em neon piscando, consegui enfrentar ele e fugir, quase que literalmente. Sem contar que ele ameaçou acabar com a minha reputação, ali no meu convívio social. E se ele não fosse tão mentiroso, as pessoas teriam acreditado na figura baixa que ele me pintou.”

– Débora 

Ele é esquerdomachos

“Fiquei com um boy e como fomos em uma manifestação que ficou meio perigosa. Nós nos separamos lá e no outro dia, perguntei se ele estava bem. Ele me respondeu com um textão de 30 linhas falando que eu estava emocionada e que ele tinha sentimentos pela ex. Famoso esquerdomacho acadêmico, depois me chamou pra agregar na Chapa dele”

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– Sofia 

Ele usa o que você disse contra você

“Já saí com alguns. Teve um que chegou bêbado no rolê, outro que era super amor, mas quando eu falava de namoro o semblante mudava, outro que só foi abusivo no relacionamento, usava tudo que eu falava contra mim e se colocava como vítima. A minha dica é: foge na primeira oportunidade, mana, por mais que você goste ou ame, não vale a pena e a pessoa nao vai mudar, tem vários homens nesse mundão, uma hora você vai achar um bom pra você.”

– Giovanna 

Ele te coloca pra baixo 

“Namorei um durante três meses. Ele me colocava pra baixo me fazendo sentir ciúmes tipo falando ‘meu, uma menina muito linda me mandou mensagem, mas fica tranquila amor, ela é bem magrinha,céu gosto de gordinha como você’. Ele sempre me mandava mensagem assim, até que eu quis terminar porque minhas amigas diziam que não não era um bom relacionamento. Quando eu terminei, ele me chamou de animal de tetas e disse que eu era tão acabada que dos meus peitos saia leite em pó. Eu terminei gostando dele, mas depois do desprezo e das mensagens, percebi que não tinha perdido, tinha me livrado.”

– Letícia 

Fonte: IG Mulher

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5 motivos para ouvir Praia dos Ossos, o podcast mais comentado de 2020

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Na antevéspera do ano novo de 1976, a socialite mineira Ângela Diniz foi morta com 4 tiros, aos 32 anos. Seu assassino confesso foi namorado, Doca Street, pertencente à elite paulistana. Quase 45 anos depois, a Rádio Novelo recupera a história do caso em  Praia dos Ossos.  A série de oito episódios foi lançada em 12 de setembro. Seu episódio final irá ao ar sábado, 31 de outubro.

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Reprodução/Rádio Novelo

O podcast Praia dos Ossos analisa o assassinato de Ângela Diniz por Doca Street

Mas antes de mais nada, não confunda Ângela com Leila Diniz, atriz que morreu em um acidente de avião na Índia, aos 27 anos. Se não lembra do crime ou nunca ouviu falar, vale a pena escutar o podcast narrado pela repórter Branca Vianna. O nome do podcast, Praia dos Ossos é o mesmo do local onde Ângela foi assassinada por Doca Street.

O documentário tem sido bastante elogiado nas redes sociais, por abordar temas relativos à violência contra a mulher, como violência doméstica e feminicídio e pela alta qualidade técnica da série. O Delas reuniu 5 motivos para você ouvir o podcast mais comentado de 2020.


1- Você é transportado para o caso

O som das ondas quebrando na costa da Praia dos Ossos, a leitura dos jornais da época e a ambientação dos dois julgamentos de Doca Street te transportam para todas as situações do caso e do podcast. A rádio conseguiu captar toda a sensação da época e as reviravoltas do caso. Você não consegue se distair e ouve com atenção todos os episódios.

2 – Trata-se de um caso emblemático para falar de feminicídio no país

Os personagens do caso eram figuras que faziam parte da alta sociedade de São Paulo e Minas Gerais e que frequentavam a sociedade carioca em uma época glamourosa, por isso teve muita cobertura da mídia e ajudou a popularizar a discussão sobre violência contra mulher no país.

Por meio da história do assassinato de Ângela Diniz, Praia dos Ossos ajuda a entender a como violência contra a mulher era tolerada pelo sistema judiciário e pelas classes abastadas e também como as coisas começaram a mudar.

3- A reconstituição de época é impecável

Você é transportados para o glamour da década de 1970 por meio da leitura de jornais, entrevista com pessoas que conviveram de perto com Ângela e Doca como casal ou que os conheceram separadamente. Há também trechos de arquivos de áudio e um rico acervo de fotos. O site da Rádio Novelo reúne documentos, fotos e até recortes de jornais da época.

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4- Olhar para o passado com os olhos de hoje

Outro mérito do programa é de olhar para o passado com os olhos de hoje e lembrar que a violência contra a mulher no país ainda é algo longe de ser superado. Em 2020, os feminicídios aumentaram em 7,1% segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Em nenhum momento o tom é otimista, mas dá pra ver o quanto foi possível avançar nas últimas décadas. 

5- O podcast mostra o machismo em relação à vítima

Ângela Diniz era considerada a pantera de Minas. Em alguns episódios, Praia dos Ossos analisa e conta um pouco sobre ser uma mulher perigosa, sedutora e carismática em um Brasil machista e conservador. Antes de Doca, o podcast conta que Ângela já sofria com o machismo e com ciúmes de outros companheiros e inclusive da alta sociedade. Tudo isso ajuda a entender como a sociedade pode julgar mais a vítima que o assassino.

Fonte: IG Mulher

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