MULHER

Cabelo danificado: 5 coisas que você faz no dia a dia e prejudicam seu fio

Publicados

em


source

Alto Astral

Cabelo danificado: 5 práticas que prejudicam os fios

Muito além da hidratação , cuidados capilares são uma soma de diversos fatores. Os danos acontecem por vários motivos, principalmente o uso inadequado de produtos químicos. Em excesso, eles acabam levando embora a saúde dos fios, deixando o cabelo danificado .

Alisamentos, tinturas, descolorações, escova , secador, chapinha, babyliss… Muitas vezes, os procedimentos que fazemos para deixar nossas madeixas mais bonitas a curto prazo trazem sérias consequências com o passar do tempo.

Os tratamentos ajudam e são indispensáveis, é claro, mas não adianta aplicar a melhor máscara e continuar cometendo erros simples no dia a dia. Descubra agora os principais costumes que você deve abolir da sua rotina quando está com o cabelo danificado – e, de preferência, para sempre!

Hábitos nocivos para o cabelo danificado

cabelo danificado
Foto: Shutterstock

Abusar do secador e chapinha

Usar secador e prancha frequentemente é uma das maiores causas de danos no cabelo. A aplicação repetitiva do calor faz com que a cutícula protetora dos fios quebre. A médio ou longo prazo, os sinais de estrago vão aparecendo em forma de madeixas quebradiças e ressecadas, pontas duplas e frizz. Opte por essas ferramentas o mínimo possível e, quando não tiver opção, diminua a temperatura.

O secador deve ser utilizado, de preferência, com um jato mais frio e a 30 cm de distância da cabeça. Já a chapinha só pode ser passada no cabelo completamente seco. Atenção: nunca se esqueça de aplicar um protetor térmico antes. Existem muitas opções específicas no mercado e alguns óleos capilares também cumprem essa função, como o de Argan.

Leia Também:  Após ser contra aborto em criança, Damares diz ser chamada de estupradora

Lavar o cabelo diariamente

A não ser que você tenha o cabelo extremamente oleoso, não há necessidade de lavá-lo todos os dias. Uma lavagem correta, feita duas ou três vezes por semana, com água morna (nunca quente!), é mais do que suficiente. Quando retiramos em excesso os óleos naturais dos fios, o couro cabeludo é estimulado a produzir ainda mais sebo, causando um efeito rebote.

Dê preferência para os shampoos sem sal/sulfato, esfregue na medida certa e, enquanto estiver com o cabelo danificado, troque o condicionador comum por uma máscara mais potente. Nunca passe o creme na raiz e enxague bem os produtos. Na hora de desembaraçar, escolha uma escova adequada e seja cuidadosa, começando sempre pelas pontas.

Passar meses sem cortar os fios

Acredite: não é papo de cabeleireiro. A menos que o seu cabelo demore muito para crescer , é importante cortar os fios pelo menos de 3 em 3 meses. Caso contrário, os mais fracos começam a cair e, as pontas, a “abrir” e quebrar. Quer ter cabelos mais fortes e saudáveis? Corte sempre que sentir necessidade. Pelo menos as pontinhas estragadas! A recompensa é muito maior e o resultado vale a pena.

Leia Também:  Luiza Ambiel fala de pressão estética: "Não deixam a gente envelhecer em paz"

Fazer penteados muito apertados

Tranças, rabos de cavalo e coques apertados são terríveis, principalmente caso seus fios já estejam sofridos. Quando você os puxa sem cuidado, acaba criando tensão, que consequentemente resulta em quebra. Nas madeixas molhadas, então, é ainda pior, pois ficam naturalmente mais frágeis e se rompem facilmente. Evite colocar muita força e, se realmente quiser prender o cabelo danificado, aposte nos penteados mais soltinhos!

Esquecer-se de olhar os rótulos dos produtos

Prestar atenção na composição dos cosméticos é indispensável. Alguns tipos de álcool presentes nas fórmulas ressecam os fios, como isopropyl alcohol , propanol alcohol , propyl alcohol e SD alcohol-40 . Já o cetearyl alcohol , cetyl alcohol , stearyl alcohol e alguns outros são considerados álcoois modificados (oleosos) com propriedades hidratantes, ou seja, são bons para os cabelos.

Fazer uma pesquisa rápida no Google antes de comprar não custa nada, né? Ou até mesmo na hora de escolher no seu armário qual produto utilizar. Além dos cuidados básicos do dia a dia, é importante tratar o cabelo danificado de acordo com as necessidades dele. Lembre-se de hidratar, nutrir e reconstruir as madeixas. Caso tenha dúvidas do que precisa, consulte um especialista. Os tratamentos capilares devem fazer parte da rotina!

Fonte: IG Mulher

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MULHER

5 motivos para ouvir Praia dos Ossos, o podcast mais comentado de 2020

Publicados

em


source

Na antevéspera do ano novo de 1976, a socialite mineira Ângela Diniz foi morta com 4 tiros, aos 32 anos. Seu assassino confesso foi namorado, Doca Street, pertencente à elite paulistana. Quase 45 anos depois, a Rádio Novelo recupera a história do caso em  Praia dos Ossos.  A série de oito episódios foi lançada em 12 de setembro. Seu episódio final irá ao ar sábado, 31 de outubro.

podcast
Reprodução/Rádio Novelo

O podcast Praia dos Ossos analisa o assassinato de Ângela Diniz por Doca Street

Mas antes de mais nada, não confunda Ângela com Leila Diniz, atriz que morreu em um acidente de avião na Índia, aos 27 anos. Se não lembra do crime ou nunca ouviu falar, vale a pena escutar o podcast narrado pela repórter Branca Vianna. O nome do podcast, Praia dos Ossos é o mesmo do local onde Ângela foi assassinada por Doca Street.

O documentário tem sido bastante elogiado nas redes sociais, por abordar temas relativos à violência contra a mulher, como violência doméstica e feminicídio e pela alta qualidade técnica da série. O Delas reuniu 5 motivos para você ouvir o podcast mais comentado de 2020.


1- Você é transportado para o caso

O som das ondas quebrando na costa da Praia dos Ossos, a leitura dos jornais da época e a ambientação dos dois julgamentos de Doca Street te transportam para todas as situações do caso e do podcast. A rádio conseguiu captar toda a sensação da época e as reviravoltas do caso. Você não consegue se distair e ouve com atenção todos os episódios.

2 – Trata-se de um caso emblemático para falar de feminicídio no país

Os personagens do caso eram figuras que faziam parte da alta sociedade de São Paulo e Minas Gerais e que frequentavam a sociedade carioca em uma época glamourosa, por isso teve muita cobertura da mídia e ajudou a popularizar a discussão sobre violência contra mulher no país.

Por meio da história do assassinato de Ângela Diniz, Praia dos Ossos ajuda a entender a como violência contra a mulher era tolerada pelo sistema judiciário e pelas classes abastadas e também como as coisas começaram a mudar.

3- A reconstituição de época é impecável

Você é transportados para o glamour da década de 1970 por meio da leitura de jornais, entrevista com pessoas que conviveram de perto com Ângela e Doca como casal ou que os conheceram separadamente. Há também trechos de arquivos de áudio e um rico acervo de fotos. O site da Rádio Novelo reúne documentos, fotos e até recortes de jornais da época.

Leia Também:  Após ser contra aborto em criança, Damares diz ser chamada de estupradora

4- Olhar para o passado com os olhos de hoje

Outro mérito do programa é de olhar para o passado com os olhos de hoje e lembrar que a violência contra a mulher no país ainda é algo longe de ser superado. Em 2020, os feminicídios aumentaram em 7,1% segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Em nenhum momento o tom é otimista, mas dá pra ver o quanto foi possível avançar nas últimas décadas. 

5- O podcast mostra o machismo em relação à vítima

Ângela Diniz era considerada a pantera de Minas. Em alguns episódios, Praia dos Ossos analisa e conta um pouco sobre ser uma mulher perigosa, sedutora e carismática em um Brasil machista e conservador. Antes de Doca, o podcast conta que Ângela já sofria com o machismo e com ciúmes de outros companheiros e inclusive da alta sociedade. Tudo isso ajuda a entender como a sociedade pode julgar mais a vítima que o assassino.

Fonte: IG Mulher

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA