MINAS GERAIS

Governador Romeu Zema participa da inauguração do Centro de Armazenagem de Grãos da Avivar

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O governador Romeu Zema participou, nesta sexta-feira (20/11), da inauguração do Programa de Armazenamento de Grãos da empresa do setor alimentício Avivar, localizada em Santo Antônio do Oeste, na região Centro-Oeste do estado.

A empresa investiu R$ 50 milhões na construção de dez silos e dois pulmões, com capacidade para secar 100 toneladas por hora e armazenar mais de 86 mil toneladas de sorgo, milho e soja. Estima-se que o aporte possa estimular os proprietários rurais da região a investirem no cultivo de sementes e, com isso, impulsionar desenvolvimento econômico e geração de empregos na região.  

Durante a visita, Zema afirmou que é extremamente relevante para o setor produtivo mineiro ampliar a capacidade de armazenagem de grãos, já que muitas vezes a estocagem acaba sendo fator limitador para o crescimento da avicultura.

Gil Leonardi / Imprensa MG

Emprego

“Fico muito satisfeito porque a conclusão deste investimento proporcionará o crescimento sustentável do setor. Minas precisa de empregos. Onde vou, a principal demanda é por geração de empregos. Por isso o Estado tem feito tudo aquilo que está ao alcance para desburocratizar e estimular investimentos”, afirmou.

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O armazém ainda conta com tecnologia para controle dos grãos, como a termometria, uma estação de meteorologia e um sistema de aeração automática que garantem a conservação do produto, além de laboratório próprio, onde especialistas avaliam a qualidade dos grãos.

O presidente da Avivar Alimentos, José Magela Costa, também destacou a importância do investimento para a economia local. “Já desenvolvemos um trabalho em oito municípios para incentivar o plantio de grãos. É mais uma oportunidade para o produtor elevar a sua receita”, explicou.

História

Fundada em 1999, a Avivar conta hoje com 3,5 mil colaboradores diretos e 6 mil indiretos. O faturamento anual é ordem de R$ 800 milhões. O mix de produtos é composto por 160 itens alimentícios, como cortes congelados e resfriados de frango e linha de industrializados.

Além de atuar em todo o território nacional, a empresa exporta para países da Ásia, África e América Central.

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MINAS GERAIS

Minas tem saldo positivo na geração de empregos formais pelo 5º mês consecutivo

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Minas Gerais registra saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada pelo quinto mês consecutivo. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, o estado gerou 42.124 postos de trabalho formais, resultado da admissão de 163.934 trabalhadores e do desligamento de 121.810 naquele mês. No acumulado de janeiro a outubro, o saldo de vagas chegou a 5.340, com 1.298.458 contratações e 1.293.118 dispensas de empregados.

No país, Minas é o segundo estado no ranking de geração de empregos. “Pelo quinto mês seguido, Minas Gerais apresentou saldo positivo na geração de postos de trabalho com carteira assinada. Os números do Caged apontam a abertura de mais de 42 mil vagas em outubro. Somos o segundo estado que mais gerou empregos no mês passado, fato que muito nos alegra. Isso mostra que, apesar das dificuldades, os esforços da nossa gestão para desburocratizar e facilitar a vida de quem quer investir e criar empregos estão dando resultados”, disse o governador Romeu Zema.

Já a diretora de Monitoramento e Articulação de Oportunidades de Trabalho da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Amanda Siqueira Carvalho, avalia que “esse resultado aponta para um início da retomada econômica e é resultado também da flexibilização das medidas de isolamento social em boa parte dos municípios. A retomada das atividades econômicas nos municípios segue as recomendações do Minas Consciente, programa do governo mineiro para garantir a reabertura desses segmentos de forma segura, respeitando os protocolos de Saúde para evitar a propagação da covid-19.

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Desempenho

O saldo de empregos em outubro superou o desempenho do estado em setembro de 2020, quando foram gerados 36.505 postos de trabalho. O resultado também foi positivo, em comparação com outubro de 2019, quando foi registrada a abertura de 12.282 vagas de emprego.

Em relação às demais unidades da Federação, Minas ficou em segundo lugar no ranking de melhores saldos de emprego, atrás apenas de São Paulo (119.261 postos de trabalho).

 

 Admitidos

 Desligados

 Saldo

 Janeiro/2019

 141.716

 140.224

 1.492

 Fevereiro/2019

 164.718

 138.702

 26.016

 Março/2019

 144.929

 139.766

 5.163

 Abril/2019

 162.433

 140.085

 22.348

 Maio/2019

 170.116

 151.736

 18.380

 Junho/2019

 149.121

 137.518

 11.603

 Julho/2019

 163.889

 153.280

 10.609

 Agosto/2019

  155.999

  150.104

  5.895

 Setembro/2019

 150.393

 146.552

 3.841

 Outubro/2019

 158.035

 145.753

 12.282

 Janeiro/2020

 144.514

 140.055

 4.459

 Fevereiro/2020

 162.712

 135.218

 27.494

 Março/2020

 152.597

 170.075

 -17.478

 Abril/2020

 62.495

 154.830

 -92.335

 Maio/2020

 79.476

 113.171

 -33.695

 Junho/2020

 99.430

 97.635

 1.795

 Julho/2020

 114.634

 98.791

 15.843

 Agosto/2020

 135.161

 106.822

 28.339

 Setembro/2020

 150.248

 113.743

 36.505

 Outubro/2020

 163.934

 121.810

 42.124

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Setores

Na análise setorial, os serviços registraram o melhor desempenho em outubro, com saldo de 17.013 vagas de emprego. Em seguida, estão a indústria (10.619), o comércio (10.282) e a construção civil (5.909). Apenas o setor agropecuário registrou o fechamento de 1.699 postos de trabalho.

Brasil

No Brasil, também em outubro, houve a criação de 394.989 postos de trabalho formais, o quarto mês com saldo positivo de vagas e o melhor resultado neste ano. O desempenho é resultado de 1.548.628 admissões e 1.153.639 desligamentos. No acumulado de janeiro a outubro, houve o fechamento de 171.139 postos de trabalho, com 12.231.462 contratações e 12.402.601 dispensas no período.

Por setor de atividade econômica, no país, houve saldo positivo em quatro grupos: indústria geral (86.426 postos), concentrados na indústria de transformação (82.665 postos); construção (36.286); comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (115.647); serviços (156.766), distribuídos principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (103.443). Apenas o setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura registrou saldo negativo, com a perda de 120 postos de trabalho.

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