Maranhão

Programa Mais Cirurgias beneficia mais de 260 pessoas em Santa Luzia do Paruá com cirurgias oftalmológicas

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Pacientes foram beneficiados com cirurgias oftamológicas (Foto: Divulgação)

Mais de 260 pessoas foram submetidas à cirurgia de catarata ou pterígio no Hospital Regional de Santa Luzia do Paruá. A ação foi possível graças ao Programa Mais Cirurgias, do Governo do Estado. Essa foi a segunda ação do programa, que promoveu cirurgias de catarata e pterígio no hospital este mês.

O primeiro ocorreu nos dias 4 e 5 de novembro. Os procedimentos cirúrgicos foram realizados em dois dias, nesta quarta-feira (18) e quinta-feira (19). Foram avaliadas 390 pessoas, das quais 268 passaram por procedimento cirúrgico. Foram realizadas 157 cirurgias de catarata e 111 de pterígio. Os pacientes eram oriundos dos municípios maranhenses de Araguanã, Amapá do Maranhão, Bom Jardim, Centro Novo, Centro do Guilherme, Luís Domingues, Maracaçumé, Maranhãozinho, Zé Doca, Nova Olinda do Maranhão, Presidente Médici, São João do Carú, Governador Nunes Freire e também de Santa Luzia do Paruá. 

“Esta é a segunda etapa de cirurgias oftalmológicas que estamos realizando este mês com os procedimentos para tratar a catarata e o pterígio. Estamos gratos ao Governo do Estado, à Secretaria de Saúde e à EMSERH por nos dar condições de realizar esse trabalho. É uma alegria e uma satisfação muito grande poder oferecer isso à população da nossa região”, explicou Marilandia Costa, diretora administrativa do hospital. 

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Seu José Vieira Meneses, morador do município de Santa Luzia do Paruá, foi um dos beneficiados no mutirão cirúrgico. Ele conta que ficou sabendo pelos amigos e vizinhos do mutirão ocorrido no início do mês. Criou coragem e procurou a unidade de saúde. “Eu tinha muito medo de fazer a cirurgia, mas ouvi as pessoas comentando do atendimento, que foi muito bom e eu resolvi vir. Estou me sentindo ótimo, nem parece que fiz cirurgia, não tem nem comparação. Estou muito satisfeito”, avaliou o idoso, de 76 anos de idade. 

Pacientes à espera de cirurgias em Santa Luzia do Paruá (Foto: Divulgação)

Dona Maria Fontes dos Santos, de 74 anos, esteve na unidade de saúde no início do mês para operar e retornou nesta semana para realizar o procedimento no outro olho. “Fiz a primeira cirurgia há 15 dias, operei um olho, e voltei para fazer o outro olho. Há muito tempo eu queria operar e não tinha condições, porque a cirurgia no particular é cara. Consegui fazer aqui e o atendimento foi maravilhoso no hospital, bom demais”, comentou a idosa. 

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A unidade de saúde gerenciada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH) integra a rede estadual de saúde. O Hospital Regional de Santa Luzia foi entregue pelo poder público estadual em junho deste ano. É referência no tratamento de pacientes que necessitam de internação hospitalar e tem atualmente 30 leitos clínicos e 10 de UTI. 

Cirurgia de catarata e pterígio

A cirurgia de catarata consiste na remoção do cristalino do olho que se tornou opaco, referenciado como catarata. Cristalino é uma lente que existe no olho e que como o próprio nome diz é transparente. Já a cirurgia de pterígio é caracterizada pela retirada de uma membrana fibrovascular sobre a córnea, que invade a superfície do olho e avança em direção ao centro, podendo atingir a pupila e afetar a visão.

Fonte: Governo MA

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Maranhão

Rede de assistência voltada aos doentes crônicos no Maranhão minimiza impactos da Covid-19

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Maranhão tem fortalecido a rede de assistência para minimizar impacto do novo coronavírus (Foto: Divulgação)

A pandemia da Covid-19 tem impactado o mundo inteiro e as pessoas idosas ou que apresentam algum tipo de comorbidade são as que mais sofrem os impactos da doença. Nesse público, a Covid-19 costuma se manifestar de forma mais severa, levando a complicações que muitas vezes ocasionam o óbito. Por isso, no Maranhão, a rede de assistência vem sendo fortalecida e tem funcionado como forma de manter a assistência e minimizar o impacto do novo coronavírus nas pessoas que já possuem comorbidades, como diabetes, hipertensão, câncer, dentre outras doenças. 

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, destaca a importância do fortalecimento da rede no atendimento a esse público. “Essa rede de assistência criada pelo governo é justamente para manter o acompanhamento dos pacientes doentes crônicos de forma a minimizar os impactos da Covid-19. Nosso objetivo é salvar vidas, e todas as nossas estratégias convergem para que a assistência alcance o maior número de vidas possível”, afirma Carlos Lula.  

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Entre as unidades da rede estadual de saúde que oferecem serviços especializados para pessoas que possuem doenças crônicas estão as Policlínicas, em especial a Policlínica Diamante, que realiza acompanhamentos com diabéticos e hipertensos; o Hospital Presidente Vargas, que é referência em doenças infectocontagiosas, como por exemplo a Aids; o Hospital de Câncer do Maranhão, que realiza o tratamento e acompanhamento dos mais diversos casos da doença; e os Ambulatórios Covid-19, que realizam o acompanhamento de pacientes com casos leves da doença que apresentam comorbidades.

Em todo o estado, os ambulatórios recebem pacientes com sintomas leves da Covid-19, que fazem parte do grupo de risco, apresentando alguma comorbidade ou maiores de 60 anos. Em São Luís, as referências são os Ambulatórios do Hospital de Cuidados Intensivos (HCI) e o Hospital Dr. Genésio Rego, com referenciamento feito através das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Já no interior, além das UPAs, o encaminhamento é feito também pelas unidades básicas de saúde.

De acordo com o secretário adjunto da Assistência à Saúde da SES (SAAS/SES), Carlos Vinícius, esses ambulatórios são de extrema importância, pois é possível identificar e tratar o paciente ainda na fase inicial dos sintomas, evitando o agravamento da doença.  

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“Os ambulatórios dão todo o suporte clínico e multidisciplinar a esses pacientes para evitar que eles venham a precisar de um atendimento especializado como um leito de UTI por exemplo”, assegurou Carlos Vinícius.

Outra medida utilizada para diagnosticar a Covid-19 na sua fase inicial e evitar maiores complicações entre idosos, que geralmente possuem comorbidades, gestantes e pessoas com deficiência, foi a realização da testagem via drive-thru. Foram mais de 23.200 testes realizados durante as três edições em São Luís e Imperatriz.

Fonte: Governo MA

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