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SEDH participa de atividades na Penitenciária Regional de Linhares em alusão ao Dia da Consciência Negra

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A Secretaria de Direitos Humanos (SEDH), por meio da Gerência de Promoção da Igualdade Racial (Gepir), participou das atividades na Penitenciária Regional de Linhares (PRL), nessa quinta-feira (19), em alusão ao Dia da Consciência Negra.

Participaram da agenda, a secretária de Estado de Direitos Humanos, Nara Borgo; a gerente de Promoção da Igualdade Racial da SEDH, Edineia Conceição de Oliveira; a assessora da gerência, Elizângela Souza dos Santos; e a representante do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial, Yara Marina (Mãe Yara).

Como parte da programação do Novembro Negro da SEDH, a equipe utilizou a rádio da unidade, o que permitiu alcançar todos os internos para uma conversa sobre racismo institucional e estrutural; políticas públicas do Governo do Estado para a população negra; o papel da sociedade civil nos Conselhos Estaduais, e também sobre rituais religiosos nos presídios.

“Saber que uma unidade penitenciária realiza trabalhos relativos ao Dia da Consciência Negra é realmente muito bom. E nós, da SEDH, temos que levar esse debate para todos os espaços, logo, não deixaríamos de fora o sistema prisional. Só com debates e muita reflexão sobre racismo e igualdade racial poderemos viver numa sociedade democrática”, explicou a secretária Nara Borgo.

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A gerente de Promoção da Igualdade Racial, Edineia de Oliveira, elogiou a programação da PRL em alusão à data. “O presídio já realiza atividades na Semana da Consciência Negra. Nós pudemos acompanhar a roda de maculelê e a capoeira, além de conhecer a horta que é mantida pelos internos”, disse.

Para o diretor da Penitenciária Regional de Linhares, Vinicius de Mendonça Narcizo, ter uma programação para marcar o Dia da Consciência Negra é importante para refletir sobre a posição dos negros na sociedade, inclusive dentro do sistema prisional. “Afinal, as gerações de afro-brasileiros que sucederam e, à época, sofreram e ainda sofrem em diversos níveis de preconceito. Em nossa unidade prisional, temos como principal finalidade lembrar a importância de valorizar um povo que contribuiu para o desenvolvimento da cultura brasileira. Trabalhamos a semana toda com aulas e palestras sobre a cultura afro-brasileira e sua origem por meio da Rádio PRL, oficinas de artesanatos com a fabricação de berimbau, danças (capoeira) e culinária típicas”, explicou Vinicius Narcizo.

Em razão das celebrações pelo mês da Consciência Negra, a SEDH preparou uma agenda especial, que teve início no último dia 11 de novembro e segue até o próximo dia 30.

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Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da SEDH
Juliana Borges
(27) 3636-1334 / (27) 99926-4669
[email protected]

Fonte: Governo ES

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Conheça as características do Aedes aegypti

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Doenças como dengue, zika e chikungunya são transmitidas pela fêmea do mosquito Aedes aegypti. Com menos de um centímetro de comprimento, o mosquito tem listras brancas no corpo e nas patas, sendo essa a principal diferença em relação aos pernilongos comuns. Circula durante todo o dia, mas costuma ser mais ativo nos horários com temperaturas mais amenas, como das 7h às 10h e das 16h às 19h. Além disso, voa baixo picando geralmente entre os joelhos e pés.

Aedes aegypti leva, em média, dez dias para se desenvolver e vive durante 30 dias. Uma única fêmea produz de 60 a 120 ovos em cada ciclo reprodutivo e pode ter mais de três ciclos durante sua vida.

A proliferação do mosquito é intensificada no verão, período mais quente do ano. Mas, os cuidados para eliminar os criadouros devem ser mantidos durante todas as estações, evitando, assim, o aumento alarmante de casos.

Ciclo de vida do Aedes aegypti

O ciclo de vida do Aedes aegypti é dividido em quatro etapas: ovo, larva, pupa (estágio intermediário entre a larva e o adulto) e adulto. A fêmea do mosquito deposita seus ovos nas bordas dos recipientes com água limpa e parada. Dois ou três dias após o contato do ovo com o líquido, as larvas nascem e dias depois chegam na fase da pupa. Esse ciclo dura cerca de 48 horas e, ao término, se transformam em mosquitos adultos.

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Como prevenir

Para evitar a proliferação do mosquito, é necessário que cada cidadão se empenhe nesse processo, mantendo as calhas sempre limpas e as caixas d’água bem vedadas; verificando se não existe água acumulada nas lajes; escovando as bordas das vasilhas de água e comida de animais; descartando lixos, entulhos e pneus nos locais adequados, por exemplo.

Veja aqui o 47º boletim da dengue

Veja aqui o 47º boletim da zika

Veja aqui o 47º boletim da chikungunya

 

Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação da Sesa
Syria Luppi / Kárita Iana / Paula Lima / Luciana Almeida / Thaísa Côrtes
[email protected]

Fonte: Governo ES

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