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Reabertura do Comércio gera aglomeração em SP

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Lojas ficaram lotadas nesta quarta-feira (10) em São Paulo após a reabertura dos comércios na cidade. Por volta das 11h, antes da abertura dos setores liberados, grandes filas de consumidores se formaram.

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Houve um fluxo constante de pessoas nas ruas e avenidas, como por exemplo, na Rangel Pestana , que várias lojas do bairro do Brás , estava lotada. A Lapa e a 25 de Março também ficaram extremamente lotadas.

Bruno Covas liberou a reabertura do comércio nesta quarta
Divulgação

Bruno Covas liberou a reabertura do comércio nesta quarta

Em grandes lojas de eletrodomésticos era permitida a entrada de apenas uma pessoa por setor de produtos, igual a recomendação da Prefeitura . Tal medida fez com que longas filas fossem formadas.

Já em outros estabelecimentos, não havia controle, fazendo com que um grande número de pessoas se juntasse dentro das lojas.

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Medidas a serem seguidas

A prefeitura só deixou com que houvesse a abertua após os representantes assinarem um protocolo de regras de funcionamento.

As lojas se comprometeram a seguir com medidas de:

  • redução do expediente;
  • distanciamento social;
  • higiene e sanitização de ambientes;
  • orientação dos clientes e funcionários;
  • testagem de colaboradores;
  • medição de temperatura dos clientes.

A fiscalização, teoricamente, seria realizada pelo próprio setor. A polêmica decisão foi entitulada pela prefeitura como “autotutela”.

Os shoppings devem começar a abrir a partir de quinta-feira (11). O comércio funcionará das 11h às 15h. Imobiliárias podem funcionar por quatro horas, desde que sua abertura e fechamento fujam do horário de pico. Tal rodízio é uma tentativa do governo de não sobrecarregar o transporte público.

Nesta quarta, manifestantes à favor da volta de todos os setores do comércio  se mobilizaram no viaduto jacareí, em frente à Câmara Municipal de São Paulo .

 O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quarta a prorrogação da quarentena em todo o estado por mais 15 dias, indo do dia 15 a 28 de junho.

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ECONOMIA

FGV: inflação pelo IPC-S desacelera em dezembro

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O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) de 31 de dezembro de 2020 variou 1,07%, ficando 0,14 ponto percentual abaixo da taxa divulgada na última apuração, em 22 de dezembro. Seis das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação. Os dados foram divulgados hoje (5) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O IPC-S do Rio de Janeiro de 31 de dezembro de 2020 variou 1,17%, ficando 0,08 ponto percentual abaixo da taxa registrada na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumulou alta de 5,19% no ano. O índice de São Paulo variou 0,89%, com 0,14 ponto percentual abaixo da taxa registrada na última divulgação. O indicador teve alta de 5,09% em 2020. Em Belo Horizonte, o percentual foi 1,22%, com 0,25 ponto percentual abaixo da taxa registrada na última divulgação. Assim, o indicador acumulou alta de 5,31% em 2020. Em Brasília, o índice variou 0,52%, ficando 0,43 ponto percentual abaixo da taxa registrada na última divulgação. O indicador teve de 4,43% no ano. O índice de Porto Alegre subiu 1,40%, com 0,07 ponto percentual acima da taxa registrada na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumulou alta de 5% no ano.

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No Recife, o índice variou 1,50%, ficando 0,12 ponto percentual abaixo da taxa registrada na última divulgação. O indicador teve alta de 6,93% no ano. O índice de Salvador variou 1,03%, com 0,21 ponto percentual abaixo da taxa registrada na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumulou alta de 5,08% no ano.

O IPC-S é um índice usado pela FGV desde 2003 que busca detectar mudanças de curso na trajetória dos preços, permitindo monitorar a inflação. São apurados os custos de produtos e serviços de alimentação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, recreação e transporte, entre outros. A pesquisa considera a média dos preços coletados nas quatro semanas anteriores à data de fechamento.

Edição: Valéria Aguiar

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