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“O que aconteceu? Política”, diz Guedes sobre atraso nas 4 grandes privatizações

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Brasil Econômico

GUEDES
Reprodução YouTube/XP Macro Sales

Em videoconferência, ministro da Economia voltou a falar que prioridades políticas afetaram agenda de sua equipe

Em videoconferência da XP Macro Sales, o ministro da Economia, Paulo Guedes,  voltou a dizer que o atraso nas quatro grandes privatizações – prometidas por ele para acontecer em 90 dias – se deu por causa da agenda política.

“Nós precisamos de quatro privatizações. Eu disse que em 90 dias anunciaríamos quatro grandes privatizações. Isso não aconteceu. O que aconteceu? Política “, disse o ministro. As quatro grande vendas de empresas estatais seriam dos  Correios, da Eletrobras, PPSA e Porto de Santos.

“O  tempo das reformas depende da política, mas temos que estar sempre propondo”, expressou Paulo Guedes. O ministro usou a mesma expressão ao falar do desenho do  Renda Brasil no começo do mês, seu projeto que é um pacote de programas sociais que deve substituir o Bolsa Família.

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Na fala do início de outubro, Guedes dizia que o Renda Brasil ficaria para depois das eleições, sendo esse o “tempo da política”.

Guedes também mostrou apoio à agenda dado pelo Congresso, em tom de harmonia. “O Congresso ajudou muito”, afirmou o ministro na transmissão.

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ECONOMIA

Preços na indústria sobem 2,37%, revela pesquisa do IBGE

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Os preços de produtos na saída das fábricas, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor, subiram 2,37% em setembro. O percentual é inferior ao de agosto (3,31%), mas superior ao de setembro de 2019: (0,50%).

De acordo com os dados divulgados hoje (30), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o indicador acumula inflação de 13,46% no ano e de 15,89% em 12 meses.

Em setembro, 21 das 24 atividades industriais pesquisadas tiveram alta de preços, com destaque para alimentos (5,28%), indústrias extrativas (3,81%) e outros produtos químicos (2,03%).

Deflação

Ao mesmo tempo, três atividades tiveram deflação (queda de preços). A maior delas foi observada no refino de petróleo e produtos de álcool (-2,83%).

Entre as quatro grandes categorias econômicas, a maior alta de preços foi observada nos bens de consumo semi e não duráveis, que tiveram inflação de 3,05%.

As demais categorias anotaram as seguintes taxas de inflação: bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (2,24%), bens de consumo duráveis (1,53%) e bens de capital  máquinas e equipamentos usados no setor produtivo: 1,31%).

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Edição: Kleber Sampaio

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