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Auxílio de mil dólares? Faça as contas e confira as reações à fala de Bolsonaro

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Bolsonaro auxílio
Reprodução/Twitter

Internet chama Jair Bolsonaro de mentiroso e, depois de dizer que auxílio emergencial pagou mil dólares, presidente vira meme

Nesta terça-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro discursou na Assembleia Geral da ONU e disse que o Brasil  já pagou cerca de mil dólares a 65 milhões de beneficiários do auxílio emergencial

O assunto se tornou um dos mais comentados no Twitter na tarde desta terça-feira. Muitos internautas chamam o presidente de mentiroso, enquanto outros o defendem. 

“[Nosso governo] concedeu auxílio emergencial em parcelas que somam aproximadamente mil dólares para 65 milhões de pessoas”, disse Bolsonaro. 

No total, o auxílio emergencial vai pagar aos beneficiários cinco parcelas de R$600 e quatro de R$300. Juntas, elas somam R$4.200. Na cotação atual, mil doláres equivalem a mais de R$5.400, o que significa que o arredondamento do presidente ignorou cerca de R$1.200, ou duas parcelas de R$600 do auxílio emergencial. 

Além disso,  nem todos os benefíciários receberão as nove parcelas , que devem ser pagas até dezembro – e não já foram concedidas, como informou o presidente. Por outro lado, alguns grupos receberam um benefício maior, como  mães chefes de família , cuja parcela foi de R$1.200.

Confira algumas das principais reações à fala de Bolsonaro no Twitter:

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Ex-ministro Abraham Weintraub é reeleito diretor-executivo do Banco Mundial

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Abraham Weintraub falando ao microfone
Agência Brasil

Abraham Weintraub, ex-ministro da Educação e atual diretor-executivo do Banco Mundial

O ex-ministro da Educação  Abraham Weintraub  foi reeleito nesta sexta-feira (30) para mais dois anos de mandato como diretor-executivo do conselho do  Banco Mundial . A informação foi divulgada pela própria instituição hoje e o mandato começa no domingo (1º).

Weintraub já ocupava a diretoria-executiva do banco como substituto, em uma espécie de “mandato-tampão” que termina neste sábado (31).

Segundo o Banco Mundial, o ex-ministro foi eleito como representante de Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Haiti, Panamá, Filipinas, Suriname e Trinidad e Tobago.

Weintraub deixou o MEC em junho, em meio a uma série de polêmicas. Alvo de dois inquéritos – um que  apura declarações racistas contra chineses e outro sobre ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Weintraub foi indicado pelo governo Bolsonaro para uma vaga fora do país.

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Além disso,  o ex-ministro chamou os ministros do STF de “vagabundos” e disse que todos eles deveriam ser presos na reunião ministerial de 22 de abril. O comentário deixou o clima ainda pior para que Weintraub continuasse no governo.

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