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Projetos de compostagem no Noroeste

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Em uma experiência de compostagem de orgânicos envolvendo a comunidade em um prédio do Noroeste, já no segundo mês de funcionamento, foram recolhidos cerca de 550 kg de resíduos, coletados entre os 32 apartamentos. Para conhecer de perto esse trabalho, foram visitar o local, nesta terça-feira (15), o secretário do Meio Ambiente, Sarney Filho; a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro; o diretor-adjunto do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Rômulo Barbosa, e representantes do DF Legal.

Sarney Filho anunciou que será criada uma força-tarefa envolvendo, além da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), órgãos e entidades do GDF para avaliar projetos semelhantes. A meta inicial é criar um dispositivo legal para dar segurança jurídica à compostagem descentralizada de resíduos feita por iniciativas comunitárias que utilizam o composto orgânico na mesma localidade onde eles são gerados, ocupando áreas públicas.

Educação ambiental

A ação, explica o secretário, deverá entrar na pauta da Câmara Técnica de Resíduos do Conselho do Meio Ambiente do DF (Conam-DF) e do Comitê Brasília Recicla, instância que vai promover educação ambiental e comunicação voltadas à reciclagem de resíduos sólidos secos e orgânicos.

“Eu me comprometo a dar apoio integral ao projeto”, afirmou Sarney Filho. “Em um mês, esperamos reunir dados e informações para garantir que o GDF apoie iniciativas dos cidadãos em prol do meio ambiente e formalize a regulamentação, para dar a tranquilidade almejada a quem está à frente de ações como essa.”

O secretário também sugeriu que o próximo passo do condomínio seja a criação de uma horta comunitária. “Dentro desses tipos de alternativas, gosto muito da ideia da criação das hortas, também muito oportunas em uma cidade verde como Brasília”, destacou. Essa força-tarefa, disse, deverá contar também com representantes do Brasília Ambiental e da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri).

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Lixo zero

Trabalho de compostagem movimenta moradores de um prédio do Noroeste | Foto: Divulgação/Sema

“Sonhava em morar em um condomínio que fosse lixo zero”, conta a professora Ângela Regina Chaves, subsíndica do edifício visitado, o único já habitado na Quadra 103 do bairro.  A realização do sonho não demorou, mas antes foi preciso encarar outro problema: a pandemia de Covid-19.

“Vimos a geração de resíduos aumentar muito, com as pessoas ficando em casa”, relata o síndico do prédio, Daniel Maia Vieira. “Já tínhamos dois contêineres e percebemos que precisaríamos de mais uns três para dar conta da demanda”.

Foi então que Ângela, com apoio de Daniel, procurou uma empresa de serviços ambientais, cujo trabalho conheceu em evento voltado à gestão condominial. Lá, recebeu a sugestão de reciclar os resíduos orgânicos dos moradores por meio da compostagem. O projeto teve início em julho, e, no final do mês, já foi possível adubar o jardim do prédio com o composto tirado dali mesmo.

Daniel avalia que contar com a parceria da Secretaria de Meio Ambiente e dos demais órgãos do GDF será fundamental para resolver questões como a adequação dos projetos de compostagem ao paisagismo dos prédios, a eventual resistência de alguns moradores aos projetos ambientais e, principalmente, a questão da legislação, já que esse trabalho, muitas vezes, requer licenciamento.

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Técnica de lajes

A técnica usada no condomínio do Noroeste é o chamado Método Lajes de Compostagem. Caixotes de madeira ecológica – como pinus – com grades de tela e furados guardam o resíduo orgânico, coberto com pó de serragem. O líquido gerado escorre diretamente no solo, enquanto o composto seco é distribuído no jardim do condomínio, entre 20 e 30 dias após o início do processo.

Por meio do projeto, uma lixeira pequena foi entregue em cada apartamento. Uma vez por dia, os funcionários recolhem o material, que é levado às composteiras e, por já estar separado, ajuda a diminuir o trabalho de coleta.

O encarregado de gerir o trabalho do pessoal de limpeza, Daniel Sales, revela que, inicialmente, teve resistência ao projeto. “Achava que iria gerar moscas, mau cheiro e atrair vetores como ratos e baratas”, diz.  Essa preocupação, entretanto, logo passou.

Hoje, Daniel já vê resultados que nem imaginava – como a economia de recursos hídricos. “Diminuímos a irrigação dos jardins de quatro para duas vezes ao dia”, conta. “Ao receber o composto, as plantas ganham mais força na raiz, absorvendo a água por mais tempo, e ficam mais fortes e vistosas”. Entusiasmado com esses resultados, ele agora quer levar a prática para a própria casa, em Planaltina.

* Com informações da Sema

Fonte: Governo DF

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GDF Presente reforça limpeza nas ruas do Park Way

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No Park Way, as equipes do GDF Presente limparam meios-fios e canaletas| Foto: Divulgação

O GDF Presente encerrou uma etapa de várias ações pelas ruas do Park Way. As equipes do Polo Central Adjacente II, em parceria com a Administração Regional, o Departamento de Trânsito (Detran) e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), realizaram diversos serviços e trouxeram mais limpeza e conforto para os moradores da região.

Caminhões do programa e da administração circularam pelas ruas Park Way nos últimos dias e recolheram cerca de 370 toneladas de entulhos e inservíveis nas quadras 3, 4, 14, 15, 16 e 18 a 25, além do Núcleo Rural Vargem Bonita. Na sexta (25), o SLU realizou a pintura de meios-fios na quadra 14, em frente à Feirinha, e nas quadras 15, 16, e 18 a 25.

Outro serviço que ganhou destaque foi a limpeza e sanitização. “Limpamos todas as paradas de ônibus do Park Way e também os pontos de encontro comunitários (PEC) das quadras 3, 5, 25, 26 e 28”, explica o coordenador do Polo Central Adjacente II, Rodrigo Soares. Além de água, as equipes utilizaram o hipoclorito de sódio (solução de água sanitária), um dos protocolos de segurança para evitar a proliferação do novo coronavírus.

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O GDF Presente também atuou em serviços voltados ao reforço da segurança de trânsito nas ruas do Park Way. Junto com o Detran, as equipes instalaram 41 placas de sinalização vertical, reforçando a sinalização para carros e pedestres. Além disso, mais de 200 faixas irregulares foram retiradas de canteiros, balões e calçadas.

Com o início das chuvas, o GDF Presente também trabalhou em prol do escoamento das águas pluviais nas ruas da região. Para isso, 32 bocas de lobo da quadra 7 passaram por uma grande limpeza, na qual foram retiradas seis toneladas de lixo, material orgânico e até pneus. Outros 40 meios-fios vazados e canaletas também receberam o mesmo tratamento.

O gerente de obras da administração regional, Wesley Gomes Vieira, explica a importância da limpeza dos meios-fios vazados e canaletas: “Em alguns pontos da região, não há ligação com as galerias de águas pluviais, então é importante manter essas estruturas limpas pois elas levam a água do asfalto para os gramados”.

O administrador regional do Park Way, Maurício Tomaz da Silva, elogiou a presença do GDF Presente na última semana e ressalta o auxílio que as equipes trouxeram para o trabalho da administração como um todo. “Foi uma semana muito produtiva e de intensa fiscalização, realizamos a desmobilização de loteamentos irregulares nas quadras 12 e 16, e isso foi possível com a presença da força-tarefa na cidade”, ressalta.

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Mais limpeza no Plano Piloto

Nove toneladas de terra, lixo e materiais orgânicos foram retirados de bocas de lobo na Asa Norte| Foto: Divulgação

Continuando o mutirão de limpeza que vem sendo realizado em diversas áreas do Plano Piloto, o GDF Presente esteve nesta sexta (25) na Asa Norte. As equipes do Polo Central Adjacente I percorreram o Eixinho W Norte entre as quadras 316 e 307 e retiraram nove toneladas de terra, lixo e materiais orgânicos de 42 bocas de lobo, além de terem trocado as tampas de outras quatro.

Já na quadra 11 do Varjão, os caminhões do GDF Presente auxiliaram no recolhimento de 26 toneladas de inservíveis das ruas e calçadas.

Fonte: Governo DF

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