CARROS E MOTOS

Gasolina sobe 17,6% em sete meses, diz levantamento

Publicados

em


source
Gasolina
Divulgação

Saiba quais estados se destacam pelos maiores e menores preços por região

Um levantamento feito pela empresa de gestão de frotas ValeCard aponta que a gasolina subiu 17,6% em sete meses nos postos brasileiros. O combustível fóssil teve aumento de 1,83% em dezembro, na comparação com o mês anterior, e está sendo negociado a R$ 4,71 por litro.

As maiores altas do combustível nos últimos sete meses aconteceram no Amazonas (4,61%) e em Pernambuco (3,65%). São Paulo (0,85%) e Goiás (0,92%) foram as regiões com menor avanço no preço da gasolina. Os dados foram coletados pela ValeCard com base nos cartões de abastecimento de cerca de 20 mil estabelecimentos credenciados por todo o País.

Valores por região

Na Região Sudeste do Brasil, o Rio de Janeiro registrou os preços mais altos para a gasolina em dezembro, na faixa de R$ 5,03 por litro. O Estado vizinho, São Paulo, teve os menores preços, na casa de R$ 4,36.

Leia Também:  Hospital Leonardo da Vinci atende 1.300 pacientes em três meses de funcionamento

No Sul, Santa Catarina tem o menor preço para a gasolina, que pode ser encontrada a R$ 4,31 nas bombas. O Rio Grande do Sul tem os maiores preços, na média de R$ 4,65. Para a Região Centro-Oeste, a gasolina mais cara foi encontrada em Goiás, onde está sendo cobrada por R$ 4,78 o litro. O Distrito Federal tem a gasolina mais barata da região, por R$ 4,66.

No Nordeste, a gasolina mais barata foi encontrada na Paraíba, por R$ 4,61. Já a mais cara foi vendida em Alagoas, por R$ 4,96. Por fim, na Região Norte, os maiores preços para a gasolina foram registrados no Acre, onde é negociada por R$ 5,21. O Amapá tem as melhores condições da região, onde o litro é negociado por R$ 4,43.

Fonte: IG CARROS

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

CARROS E MOTOS

Stellantis deve acabar com as marcas Chrysler e Lancia, dizem especialistas

Publicados

em


source
FCA e PSA
Divulgação

Carlos Tavares, da PSA, e Mike Manley, da FCA; gigantes formam o Grupo Stellantis

A fusão entre os grupos PSA e FCA foi o evento mais importante da indústria automotiva global em 2020. A nova gigante Stellantis inclui 12 fabricantes, integrando as marcas Fiat , Jeep , Peugeot , Citroën , Dodge , Ram e Opel . Mas segundo analistas consultados pelo site americano Autoblog , algumas devem ser extintas nos próximos anos.

Carlos Tavares, CEO do Grupo PSA , tem fama de ser um executivo com pouca tolerância a produtos que não sejam lucrativos. Este é o caso da Chrysler , fabricante americana controlada pela FCA.

A marca conta com apenas quatro veículos em sua linha nos Estados Unidos, incluindo o sedã 300, as minivans da família Pacifica (com opção a gasolina e híbrida) e o monovolume de luxo Voyager. No Brasil, a Chrysler não oferece mais veículos novos, e continua atendendo apenas serviços de pós-venda nas concessionárias.

Crise da Fiat na Europa

Fiat 500e
Divulgação

Fiat não é lucrativa na Europa, apesar de ser a maior empregadora da Itália; fábricas devem fechar nos próximos meses

A fusão entre os grupos foi aprovada na União Europeia antes do Natal. Carlos Tavares passará a ter controle da Stellantis a partir do fim de janeiro, com grande foco na reestruturação no velho continente. Todas as fábricas da Fiat na Europa estão operando com capacidade reduzida, e analistas sugerem que Tavares deve declarar o fim de algumas plantas nos próximos meses.

Leia Também:  BMW confirma chegada da R 1250 RT ao Brasil

“A Europa tem sido uma máquina de jogar dinheiro fora para a FCA, onde os carros do grupo francês fazem sucesso. O problema é que a Fiat é uma das maiores empregadoras da Itália”, avalia Stephanie Brinley, analista financeira do grupo Markit, consultada pelo Autoblog. Segundo a especialista, a Stellantis se encontra em uma encruzilhada.

Alfa Romeo Giulia
Divulgação

Carros de luxo de Maserati e Alfa Romeo devem ser eletrificados em breve

A Itália deve manter a produção de carros da Maserati e Alfa Romeo, mas a FCA precisa de dinheiro para investir na produção de modelos híbridos e elétricos. Só assim as operações fariam sentido, de acordo com a analista Michele De Palma. 

“A Fiat tem capacidade para produzir 1,5 milhão de carros por ano na Itália. Mas apenas algumas centenas de milhares de unidades estão sendo produzidas desde antes da pandemia”, avalia. 

Na Polônia, a FCA também produz o Ypsilon, único modelo da Lancia na Europa. A marca também corre risco de ser extinta pela gestão de Carlos Tavares, uma vez que nunca foi lucrativa na região.

Leia Também:  Lava Jato condena Silvinho Land Rover a 4 anos e 5 meses de prisão

O início da Stellantis deve marcar o fim de fábricas na Itália, Alemanha e Estados Unidos, segundo o analista Karl Brauer, da iSeeCars. “Você não pode ser eficiente se manter toda a escala em ambas as companhias. Já vimos isso antes. Os grupos devem integrar suas plataformas para economizar em todos os continentes”

Jeep, Ram e o mercado asiático

Jeep
Divulgação

Jeep e Ram são lucrativas nos Estados Unidos; marcas devem facilitar entrada da PSA na região

Falando especificamente das operações na América do Norte, os analistas consultados pelo Autoblog afirmam que Jeep e Ram não correm perigo. “As fabricantes são muito lucrativas, e devem permanecer intocadas no primeiro momento”, afirma Stephanie Brinley.

Os analistas também ressaltam que Carlos Tavares tem interesse em vender carros da Peugeot , Citroën e Opel nos Estados Unidos. Segundo o executivo, todas as fabricantes do mundo devem ter produtos na América do Norte, mas os especialistas enxergam a possibilidade da Peugeot se instalar nos Estados Unidos como algo “quase impossível”.

Para Ferdinand Dudenhoeffer, do Centro de Pesquisa Automotiva da Alemanha, a Stellantis deve focar na Ásia, onde ambos os grupos continuam fracos. “O grande mercado do futuro está na Ásia. Ela vai dominar a indústria automotiva”, diz o especialista. “Você precisa de sinergia para lucrar e economizar, mas se não estiver no mercado mais importante do mundo, estará perdendo o ponto mais importante”.

Fonte: IG CARROS

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA