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Voluntariado da CLDF vai plantar 500 mudas do cerrado em parque do Lago Norte nesta sexta-feira (15)

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Araçá do campo, angico, urucum e ipês estão entre as espécies a serem plantadas no Parque Ecológico do Lago Norte nesta sexta-feira (15). Segunda ação de reflorestamento promovida pelo Comitê de Voluntariado Ambiental da Câmara Legislativa, o plantio de 500 mudas do cerrado naquela unidade de conservação vai acontecer a partir das 9h30 e está aberto a todos que quiserem participar.

A iniciativa – fruto de parceria com a Novacap e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) – pretende engajar o maior número de pessoas na luta contra o desmatamento e em favor da preservação ambiental, conforme salienta a presidente do comitê executivo do programa de voluntariado da CLDF, Rafaela Abrantes. Segundo ela, para a ação no Lago Norte, a Administração Regional e os gestores do parque também estão mobilizando voluntários. 

Em dezembro, o Parque Ezechias Heringer, no Guará, recebeu esse mutirão de plantio de mudas nativas do cerrado. Rafaela Abrantes estima que a ação tenha contado com o envolvimento de cerca de 60 voluntários. Mobilizações semelhantes ainda serão realizadas no Parque Bernardo Sayão, no Lago Sul, em fevereiro; e no Três Meninas, em Samambaia, em março. “A ideia é aproveitar o período de chuvas para realizar os plantios”, explica Abrantes.

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Parque do Lago Norte

Localizado no Setor de Habitações Individuais Norte (SHIN) QL 2, próximo à ponte do Bragueto, o Parque Ecológico do Lago Norte é bastante frequentado para a prática de caminhada e esportes náuticos. A unidade abriga nascentes e contribui para a conservação da Zona de Preservação da Vida Silvestre (ZPVS) do Lago Paranoá.

Voluntariado
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Criado em 12 de novembro de 2020, o Comitê de Voluntariado Ambiental da Câmara Legislativa trabalha por meio do engajamento voluntário de servidores da Casa e de outros membros da sociedade civil. O programa visa a promover medidas para recuperar áreas degradadas, com a sua revegetação com espécies nativas e exóticas, conforme definições técnicas dos órgãos competentes; estimular o plantio de árvores nativas, além de realizar debates e palestras voltados para a educação ambiental. A atuação do voluntariado envolve, ainda, parcerias com entidades públicas e privadas.

Denise Caputo
​​​​​​​Foto: Bruno Sodré/CLDF
Núcleo de Jornalismo – Câmara Legislativa

Fonte: CLDF

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Fiocruz entregará 100,4 milhões de doses da vacina de Oxford ao SUS neste semestre

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Em audiência pública da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa do Distrito Federal para debater a vacina Oxford/AstraZeneca, na noite desta quarta-feira (20), o diretor do laboratório Bio-Manguinhos, que produz as vacinas da Fiocruz em escala industrial, Maurício Zuma, disse que o órgão terá capacidade de produzir 1,3 milhão de doses diárias. Segundo o diretor, o compromisso é entregar até 100,4 milhões de doses no primeiro semestre deste ano e outros 110 milhões de doses no segundo semestre ao Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro foi transmitido ao vivo pela TV Web CLDF e pelo portal da Casa no YouTube.

Zuma destacou que o laboratório foi escolhido pela AstraZeneca para fazer a produção, distribuição e incorporação da tecnologia da vacina de Oxford devido à sua infraestrutura, capacidade e experiência acumulada em 44 anos. Ele citou a eficácia de 70,4%, que sobe até 82% após a segunda dose, e a segurança da vacina Oxford na prevenção da Covid-19, ao alegar que não houve nenhum caso grave ou hospitalização dos voluntários que tomaram a vacina, a qual necessita de armazenamento entre 2ºC e 8ºC, a mesma da rede de frios do SUS.

Ainda de acordo com Zuma, as instalações estão prontas para receber da China o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), necessário para produção das doses do imunizante. Por contrato de transferência de tecnologia, o IFA será totalmente produzido em Bio-Manquinhos no segundo semestre, adiantou o diretor.

Oportunidades

Emocionada, a presidente da Comissão, deputada Arlete Sampaio (PT), disse que são “as nossas instituições públicas que vão salvar o País”, ao acrescentar que “é muito triste perceber tantas oportunidades que estão sendo prejudicadas por uma visão míope e negacionista”.  Por sua vez, o deputado Leandro Grass (Rede) agradeceu aos cientistas, pesquisadores e funcionários do Bio-Manguinhos e da Fiocruz pelo esforço para salvar vidas. Ele enfatizou que a transparência do campo científico deveria estar na base do governo nas negociações entre laboratórios e instituições. Para Grass, “não dá para o DF ficar a reboque do governo federal”, ao contrário, deveria acelerar as tratativas para adquirir lotes de vacina. Também relatou a “situação dramática” pela qual passa o País o deputado Fábio Felix (PSOL), presidente da Comissão Especial de Vacinação da CLDF. Ele conclamou os pares a uma manifestação coletiva para que o governo do DF tenha uma atuação mais firme no processo de vacinação. Nesse sentido, o deputado Rodrigo Delmasso (Republicanos), que é relator da Comissão Especial de Vacinação, anunciou que a União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) criou hoje (20) um comitê de acompanhamento das vacinas no intuito de defender a autonomia dos estados para adquirir as vacinas diretamente dos laboratórios.

Esforços coordenados

Ao responder aos questionamentos feitos pelos parlamentares, Maurício Zuma opinou que os esforços dos estados e do DF devem ser coordenados com o programa nacional de imunizações para que não haja dificuldades e complicações quanto à farmacovigilância, devido às diferenças entre as tecnologias das vacinas e os espaçamentos entre as doses, entre outras variáveis.

Ele esclareceu ainda que a AstraZeneca é a empresa responsável pela remessa do IFA ao Brasil e o atraso no envio desta matéria-prima vinda da China, nesta semana, se deveu à burocracia chinesa. Por outro lado, ele acredita que até o final de abril cerca de 50 milhões de doses serão entregues ao Ministério da Saúde, conforme o planejado.

Também participaram da audiência a presidente do Conselho de Saúde do DF, Geovânia Rodrigues; a presidente da Associação dos Odontólogos de Brasília, Luciana Bezerra; o presidente do Sindicato dos Médicos do DF, Gutemberg Fialho, entre outros representantes de entidades da área.

Coronavac

Arlete Sampaio anunciou que a CESC debaterá, ainda neste mês, a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório SinoVac em parceria com o Instituto Butantã. Segundo a Secretaria da Saúde, o DF recebeu, até o momento, 106.160 doses da vacina Coronavac, que vão imunizar cerca de 53 mil pessoas.

Franci Moraes
Fotos: Reprodução TV Web CLDF

Núcleo de Jornalismo – Câmara Legislativa

Fonte: CLDF

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