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Força-tarefa de combate a milícias realiza mais uma ação no Rio

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A força-tarefa criada recentemente pela Polícia Civil do Rio d Janeiro para combater o poder das milícias que atuam no estado está realizando nesta sexta-feira (16) mais uma ação contra o braço financeiro de um dos grupos que agem na Baixada Fluminense. A ação é em Nova Iguaçu e tem como finalidade asfixiar as fontes de renda e interromper serviços e atividades comerciais e ilegais, que geram grande lucro para a organização criminosa.

Até o momento, 17 pessoas foram presas. Nesta semana, em dois dias, 17 milicianos morreram em confronto com as forças de segurança do estado.

A operação tem como alvo a facção chefiada por Wellington da Silva Braga, que age na zona oeste do Rio e está expandindo seu território para a Baixada Fluminense. Estão em campo equipes de várias delegacias especializadas, que atuam em suas atribuições para combater os crimes cometidos pela milícia na região.

Uma farmácia que lavava dinheiro da milícia e vendia remédios controlados sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)  e anabolizantes foi interditada, além de uma central clandestina de internet. Comerciantes que vendem produtos piratas tiveram mercadorias apreendidas e o transporte alternativo, fonte de renda dos milicianos, também é investigado. A força-tarefa apura ainda casos de cobrança irregular de taxas de segurança e de moradia, instalações de centrais clandestinas de TV a cabo, armazenamento e comércio irregular de botijões de gás e água, parcelamento de solo urbano, exploração e construções irregulares e outros crimes ambientais.

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Outra ação

É a segunda ação da força-tarefa nesta semana em Nova Iguaçu. Na quarta-feira (14), cinco integrantes da milícia acabaram mortos e um integrante do grupo tático da milícia local, responsável por ações diretas de combate, foi preso. Na ocasião, os policiais apreenderam cinco pistolas, munição, carregadores, fardas, coletes balísticos, equipamentos de comunicação, vergalhões para furar pneus e três carros.

A operação foi realizada por  agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) para checar informações da Subsecretaria de Inteligência sobre a reunião de milicianos. Segundo a Polícia Civil, os agentes  foram recebidos a tiros assim que chegaram ao local. No confronto, cinco homens morreram.

Na noite de ontem (15), 12  milicianos que passavam em um  comboio de quatro carros às margens da Rodovia Rio-Santos, em Itaguaí, região metropolitana do Rio, entraram em confronto com homens da Core e equipes da Polícia Rodoviária Federal. Os milicianos vinham sendo monitorados pela força-tarefa criada recentemente para combater as milícias no estado. Ao serem abordados, os milicianos entraram em confronto e acabaram mortos. Um policial civil foi baleado na ação, mas o colete que  usava amorteceu o impacto do tiro. O agente está fora de perigo.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Geral

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Morre piloto de helicóptero da Força Nacional que caiu no Mato Grosso

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O piloto do helicóptero da Força Nacional de Segurança Pública que caiu em Poconé (MT), no último dia 8, com três tripulantes a bordo, morreu na madrugada de hoje (27), no Rio de Janeiro.

Agente especial da Polícia Civil do Distrito Federal, Renato de Oliveira Souza tinha 55 anos de idade e estava na Força Nacional desde maio de 2016. Comandante de aeronaves, ele integrou a equipe que o governo federal enviou para ajudar no combate aos incêndios que, nos últimos meses, destruíram parte do Pantanal mato-grossense.

O helicóptero pilotado por Souza caiu enquanto participava dos esforços conjuntos para apagar as chamas. Os três tripulantes foram socorridos e transportados para Cuiabá, onde o comandante passou por uma cirurgia na coluna.

No último dia 21, Souza recebeu alta e foi transferido para o Rio de Janeiro a bordo de uma UTI Aérea. Ele continuaria o tratamento médico perto da família, no entanto, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Mato Grosso, começou a sentir uma súbita falta de ar na noite desta segunda-feira (26). Socorrido por uma ambulância, Souza não resistiu.

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Ainda de acordo com a secretaria estadual, a família informou que os médicos suspeitam de que a morte foi causada por tromboembolismo pulmonar. A reportagem não conseguiu contato com parentes ou pessoas próximas ao piloto.

Em nota, o governo do Mato Grosso lamentou o falecimento de Souza. “O Renato dedicou boa parte de sua vida na defesa da vida, e não foi diferente nesta última missão. Externamos nosso máximo respeito e admiração e nossos sentimentos aos familiares e amigos”, declarou o secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre Bustamante.

O Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal lamentou nas redes sociais a morte do piloto.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Com muita tristeza, informamos que o agente de polícia Renato de Oliveira Souza faleceu na madrugada desta terça, 27. Renato pilotava o helicóptero da Força Nacional que caiu no Pantanal no dia 8 deste mês. Ele chegou a ficar internado no hospital de Cuiabá antes de retornar ao Rio, onde mora a família. ⁣⁣⁣ ⁣⁣⁣ O agente de polícia havia recebido alta hospitalar na quarta passada, 21. Na noite da última segunda, 26, contudo, ele sentiu falta de ar, chegou a ser socorrido, mas não resistiu. De acordo com a família, a suspeita é de tromboembolismo pulmonar. ⁣⁣ ⁣⁣ A diretoria do Sinpol-DF lamenta a partida do colega, sobretudo depois de atuar em uma missão tão nobre e importante. Aos familiares, parentes e amigos, o sindicato manifesta condolências.

Uma publicação compartilhada por Sinpol-DF (@sinpoldf_) em 27 de Out, 2020 às 7:44 PDT

Também em nota, o Ministério da Justiça e Segurança Pública expressou pesar e agradeceu “o profissionalismo e a dedicação” do agente da Força Nacional, que é subordinada à pasta. De acordo com o ministério, Souza participou de diversas ações junto à tropa federativa, entre elas as desenvolvidas por ocasião das Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, e do rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), em janeiro de 2019. “Aos familiares e amigos, manifestamos nosso sentimento de solidariedade”, enfatizou o ministério.

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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