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Semana da Igualdade Racial Mestre Moa do Katandê será aberta na segunda-feira

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Será aberta nesta segunda-feira (23), às 10h30, a terceira edição da Semana da Igualdade Racial Mestre Moa do Katandê, integrando a programação do Novembro Negro da Bahia. As atividades acontecem em formato virtual e vão reunir ativistas do movimento negro, gestores públicos e lideranças dos segmentos tradicionais, com o objetivo de debater desafios, avaliar e fortalecer políticas afirmativas. O evento, organizado pela Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), tem como um dos destaques a palestra do economista e professor-doutor Marcelo Paixão, transmitida ao vivo pelo canal Youtube.com/SepromiBahia.

A titular da Sepromi, Fabya Reis, fará a abertura oficial dos trabalhos, que seguem na terça-feira (24), às 14hs, com reuniões dos colegiados que compõem o Sistema Estadual de Promoção da Igualdade Racial (SISEPIR), a exemplo do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra (CDCN), Fórum de Gestores Municipais da Igualdade Racial,Comissão para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais (CESPCT) e Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa.

A Semana da Igualdade Racial Mestre Moa do Katandê homenageia uma das mais importantes personalidades da cultura afro-brasileira e da capoeira, morto em 2018, na capital baiana.

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Novembro Negro – As atividades integram o Novembro Negro da Bahia, calendário pioneiro de mobilizações que homenageia o líder quilombola Zumbi dos Palmares, dentre outros heróis e heroínas da luta do povo negro. A maioria dos eventos, tradicionalmente realizados ao longo do mês, aderiram ao formato virtual por conta da pandemia de Covid-19.

Fonte: Ascom/Sepromi

Fonte: Governo BA

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Bahia registra 3.123 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas

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Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 3.123 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,8%) e 2.455 recuperados (+0,7%). Dos 390.909 casos confirmados desde o início da pandemia, 373.929 já são considerados recuperados, 8.815 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível no Business Intelligence.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (24,98%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (9.175,81), Aiquara (6.882,59), Itabuna (6.829,00), Madre de Deus (6.817,43) e Almadina (6.734,99).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 790.624 casos descartados e 100.821 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quarta-feira (25).

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Na Bahia, 31.112 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Óbitos

O boletim epidemiológico desta quarta-feira (25) contabiliza 22 óbitos que ocorreram em diversas datas. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19.

Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 8.165, representando uma letalidade de 2,09%. Dentre os óbitos, 56,36% ocorreram no sexo masculino e 43,64% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,64% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,20%, preta com 14,79%, amarela com 0,72%, indígena com 0,11% e não há informação em 11,54% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 71,72%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (74,20%).

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Fonte: Ascom/Sesab

Fonte: Governo BA

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