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Governo transfere mais 15 pacientes de Manaus para tratamento em João Pessoa

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Outros 15 pacientes de duas unidades de saúde de Manaus foram transferidos, na tarde deste domingo (17/01), para João Pessoa (PB). A transferência faz parte do Plano de Cooperação entre os Estados, anunciado pelo Governo do Amazonas em conjunto com o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, com o intuito de melhorar o fluxo de atendimento de casos de Covid-19 na rede estadual de saúde. Ao todo, já foram transferidos 62 pacientes.

“Nós estamos com esse trabalho de desospitalização de Manaus para outros estados, estados brasileiros em solidariedade com o Estado do Amazonas. Dessa vez estamos mandando pacientes para João Pessoa, que está recebendo nossos pacientes com muito carinho e muita expectativa. Já conversei com o secretário de estado e com a equipe da regulação deles lá, que estão muito contentes por receber os pacientes do Amazonas e colaborar de alguma forma neste momento tão difícil para nós”, declarou o secretário de estado da Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo.

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O translado teve início às 16h30 (horário local). Os pacientes foram embarcados em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que partiu da Base Aérea de Manaus com destino à capital da Paraíba. A expectativa é de que o voo chegue ao destino por volta das 23h (horário de Brasília).

Dos 15 pacientes transferidos na tarde deste domingo, 14 estavam internados no Hospital e Pronto-Socorro Platão Araújo e um no Hospital 28 de Agosto. Em João Pessoa, os pacientes serão encaminhados para o Universitário Lauro Wanderley.

A transferência dos pacientes é feita por meio de classificação de risco do protocolo de Manchester, que estabelece as prioridades de atendimento de acordo com a gravidade dos casos. O paciente que for transferido deve apresentar sinais vitais (frequência cardíaca, respiratória e pressão arterial) em estabilidade, além de assinar um termo de consentimento para a transferência.

Acompanhamento – Durante o translado, uma equipe formada por sete profissionais de saúde se encarrega de garantir total assistência aos pacientes. A aeronave, com capacidade original para 40 lugares, foi adaptada para receber equipamentos e insumos hospitalares, dando total segurança e estabilidade durante a locomoção.

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Fonte: Governo AM

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Amazonas

Equipe do Governo do Amazonas segue para Boca do Acre para traçar ações emergenciais de socorro às vítimas da enchente

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Uma equipe técnica composta por membros de diversos órgãos do Governo do Amazonas, sob a coordenação da Defesa Civil do Estado, visitará o município de Boca do Acre (a 1.028 quilômetros de Manaus), nesta quinta-feira (25/02), para avaliar os impactos da enchente na localidade. O diagnóstico, que incluirá os danos econômicos e sociais, ajudará a traçar a estratégia emergencial de socorro às vítimas, em cooperação com a Prefeitura Municipal, que decretou, há alguns dias, situação de emergência na cidade.

Farão parte da comitiva representantes da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) para o interior, da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), e técnicos de áreas consideradas essenciais. O trabalho a ser feito pela equipe incluirá, ainda, os problemas derivados da cheia em áreas como saúde e educação, entre outras. Um levantamento sobre a quantidade de famílias desabrigadas e as principais prioridades, como a necessidade de suporte com alimentação e água potável, será realizado neste primeiro momento. O objetivo é minimizar os efeitos da cheia à população.

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Ações de cunho sanitário também devem entrar na pauta, tendo em vista o aumento do risco de doenças transmitidas pelo contato direto com a água contaminada, em possíveis ambientes insalubres. Além disso, a combinação do calor – preponderante em cidades de clima tropical – e água parada em excesso, privilegia o aparecimento de novos casos de dengue, uma preocupação a mais quando o assunto é o controle epidemiológico.

O aumento do volume de chuvas, com o período sazonal, tem sido acompanhado diariamente pela Defesa Civil do Amazonas, através de monitoramento das nove calhas de rios que compõem o Estado (Alto Solimões, Triângulo – Juruá, Jutaí e Solimões -, Purus, Alto Juruá, Madeira, Alto Rio Negro, Rio Negro e Solimões, Médio Amazonas e Baixo Amazonas).

O trabalho é feito através do Centro de Monitoramento e Alerta (Cemoa), que atua com a coleta de informações junto aos órgãos oficiais, a exemplo da Agência Nacional de Águas (ANA), do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) e da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM).

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O acompanhamento permite que um cronograma de atendimento seja construído pelas autoridades, e ações de suporte sejam antecipadas, caso necessário, a exemplo do que ocorrerá em Boca do Acre.

Atualmente, cinco municípios encontram-se em situação de alerta em função do aumento das chuvas (Lábrea, Tapauá, Canutama, Carauari e Juruá) e seis estão em situação de transbordamento (Pauini, Guajará, Envira, Eirunepé, Itamarati e Ipixuna – os três últimos já decretaram situação de emergência por inundação).

Fonte: Governo AM

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